terça-feira, 5 de julho de 2016

Malha ferroviária sofreu desmonte

Linha férrea que interligava oito capitais do Nordeste foi encolhendo aos poucos e quase desapareceu
Publicado em 05/07/2016, às 08h01
Ana Linardo Freire lembra do tempo em que ia de Missão Velha a Fortaleza usando o trem / Diego Nigro/JC Imagem
Ana Linardo Freire lembra do tempo em que ia de Missão Velha a Fortaleza usando o trem
Diego Nigro/JC Imagem
Angela Fernanda Belfort

A privatização da antiga Malha Ferroviária do Nordeste significou o fim do serviço ferroviário nos Estados de Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte. A malha existente foi reduzida a 26% do que era em 1997, quando passou para a iniciativa privada. Na época, eram 4.679 quilômetros de ferrovias, que iam de Propriá, em Sergipe, até a cidade de São Luís, capital do Maranhão. Interligava as capitais de oito Estados, com ramais que passavam por uma parte significativa do interior, incluindo as cidades de Missão Velha (CE), na região do Cariri, e Salgueiro (PE), a 514 km do Recife. Hoje, só funcionam, regularmente, 1,2 mil quilômetros, no Ceará, Piauí e Maranhão, que levam cargas aos portos de Itaqui (MA) e de Mucuripe (CE).

Na privatização, foram estabelecidas metas de aumento do transporte de carga e de redução de acidentes para a exploração do serviço ferroviário. Mas por que os trens foram desaparecendo? Dona da concessão da antiga Malha Nordeste, a Ferrovia Transnordestina Logística (FTL) não respondeu aos questionamentos da reportagem do JC. A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), que fiscaliza a concessão, se limitou a dizer, por e-mail, que a concessionária não cumpriu as metas de transporte de carga acordadas no período de 2009 a 2013 acrescentando que a empresa foi “penalizada” pelo descumprimento dessas obrigações.
>> ESPECIAL - Fora dos trilhos
Para os anos de 2014 e 2015, a ANTT fixou metas somente nos 1,2 mil km em operação. No ano passado, a empresa movimentou, nesses trechos, 564,3 milhões de Toneladas por Quilômetro Útil (TKU, unidade internacional que retira o peso do vagão da quantidade transportada). “É pouco. Antes da privatização, a Malha Nordeste chegou a movimentar 1,2 bilhão de TKU”, afirma o professor de logística do Departamento de Engenharia da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Fernando Jordão, ex-superintendente da Rede Ferroviária Federal (Rffsa), então uma estatal.



“Uma concessão privada de ferrovia precisa ter a conotação de resultado, lucro. Esse serviço necessita de muita infraestrutura, manutenção e só se viabiliza com grandes volumes de cargas. No entanto, é preciso oferecer o transporte ferroviário, porque é essencial para a economia e as pessoas”, diz a sócia-executiva do Instituto de Logística e Supply Chain (Ilos), Maria Fernanda Hijjar. Faltou justamente a atuação de órgãos governamentais que cobrassem a movimentação da carga com a estrutura que existia. “Foram deixando a ferrovia morrer de inanição. O serviço correspondia basicamente a 30% do custo do frete rodoviário, mas não se fazia propaganda disso e não havia uma agressividade na busca de clientes”, lembra o hoje engenheiro do Metrô do Recife (Metrorec) que também trabalhou na extinta Rffsa Sérgio Sobrinho.



O serviço ferroviário também não tirou proveito do crescimento da economia do Nordeste na última década para agregar novas cargas. O Porto de Suape, por exemplo, saiu de uma movimentação de 4,3 milhões de toneladas de carga em 2005 para 19,7 milhões de toneladas no ano passado.
“Em lugar nenhum do mundo se privilegia o transporte rodoviário, como ocorreu no Nordeste, principalmente quando se tinha uma ferrovia centenária. A solução messiânica foi a Transnordestina (a ferrovia de 1.752 km que deveria ligar a cidade de Eliseu Martins, no Piauí, aos portos de Pecém, no Ceará, e Suape, em Pernambuco). Agora, não tem mais a antiga e nem a nova saiu do papel”, acrescenta Fernando Jordão.
E, por último, as administrações públicas (federal e estadual) deram prioridade às rodovias por uma questão simples: as construtoras se tornaram grandes doadoras nas campanhas eleitorais. Até os anos 90, a Transnordestina era uma nova ligação ferroviária de 240 km que ligava Salgueiro a Petrolina, fazendo conexão com a malha existente. Depois, acharam melhor construir uma ferrovia nova passando por muitas cidades nas quais a antiga malha já estava presente, como ocorreu com grande parte do trecho Missão Velha-Pecém e Salgueiro-Suape.
FIM DA CONCESSÃO
O presidente da Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco (Fiepe), Ricardo Essinger, defende que a União deveria tomar a concessão da empresa Ferrovia Transnordestina Logística (FTL) por dois motivos: a falta de compromisso na implantação da Ferrovia Transnordestina e o retrocesso que ocorreu na prestação do serviço ferroviário, que praticamente desapareceu em quatro Estados do Nordeste, incluindo Pernambuco. “As concessões deveriam melhorar. No entanto, piorou muito. A malha ferroviária era velha, mas funcionava”, diz. Ele argumenta que a falta de trens traz “um prejuízo incalculável” à economia da região.
Em Pernambuco, além do trecho Recife-Salgueiro, a ferrovia da antiga Malha Nordeste ligava o Estado com Alagoas (pela Mata Sul) e passava também pela Mata Norte, em cidades como Aliança e Lagoa de Itaenga. “Usamos os trens até a década de 90. Cerca de 30% da nossa produção de álcool ia de trem para o Ceará e Maranhão. Cerca de 60% do açúcar a granel ia no vagão para o Porto do Recife e 10% do açúcar ensacado também”, conta o presidente do conselho de administração da Usina Petribú, Jorge Petribú. “Na época, o preço era 20% mais barato do que o frete rodoviário, mas também era ambientalmente melhor”, comenta. O produto embarcava num ramal ferroviário que chegava até a sede da usina em Lagoa de Itaenga. Atualmente, para escoar toda a produção da companhia são necessárias cerca de seis mil viagens de caminhão por ano.
Mas não eram só as cargas que usavam o trem. Nos anos 70, era possível sair de Fortaleza de trem passar por Salgueiro e chegar ao Recife. Era o expresso Sonho Azul. Toda essa linha foi desativada.  Veja os depoimentos de Francisco Pereira, que foi conferente da antiga Rffsa em Missão Velha e de Ana Linardo Freire, que usou o Sonho Azul:



Em Pernambuco, da antiga Malha Nordeste restaram 18 km em operação que vão de Cajueiro Seco a Prazeres, sendo utilizado para o transporte de passageiros antes da privatização da Malha.
Com uma extensão de 608 km, a linha tronco Recife-Salgueiro foi totalmente desativada porque será substituída, um dia, pela Ferrovia Transnordestina. E a FTL já formalizou um pedido de devolução desse trecho ao Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (Dnit) que está concluindo o quanto vale esse trecho da ferrovia para definir a indenização a ser paga pela FTL. Uma parte dos trilhos desse trecho foi arrancado por vândalos.

Galeria de imagens

Situação da ferrovia em Missão Velha 10 anos depois do início das obras em junho de 2006
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sábado, 2 de julho de 2016

Artista modifica totalmente fachadas e praticamente cria novos prédios

01/07/2016 - 00:08


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Se você está cansado de olhar para a mesma fachada do seu prédio, o francês Patrick Commecy dá uma dica: pinte-a.
Mas no caso dele, o grande destaque fica por parte doas desenhos hiper-realistas que ele faz. Dá só uma olhada…
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Autor: - Categoria(s): Fotos

domingo, 26 de junho de 2016

Rita Benneditto articulando gravação de DVD em SLZ

Rita Benneditto articulando gravação de DVD em SLZ


A cantora Rita Benneditto passa uma temporada em São Luis para curtir as festas juninas e aproveita para registrar imagens para um mini documentário sobre as festas que vai fazer parte de seu próximo DVD.
Rita Benneditto na beleza natural dos Lençóis Maranhenses. Foto: Márcio Vasconcelos
Rita Benneditto na beleza natural dos Lençóis Maranhenses. Foto: Márcio Vasconcelos
O novo show da cantora, “Encanto”, vai ser gravado em setembro no palco do Teatro Arthur Azevedo com participações especiais de Arlindo Cruz, Roberto Frejat e as Caixeiras do Divino Espírito Santo da Casa Fanti-Ashanti.

sábado, 25 de junho de 2016

Os desafios de São Luís como destino turístico

Ministério do Turismo aponta os desafios de São Luís como destino turístico

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Presença de bem cultural reconhecido como patrimônio cultural da Unesco é um dos principais diferenciais apontados pelo órgão; no entanto, a falta de conservação do Centro Histórico aparece como um desafio para a cidade



Ministério do Turismo aponta os desafios de São Luís como destino turístico
Imóveis da Praia Grande são tombados como Patrimônio Histórico da Humanidade (Foto: Flora Dolores / O ESTADO)
Desde 2008, o Ministério do Turismo (MTur), o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e a Fundação Getulio Vargas (FGV) divulgam anualmente o Índice de Competitividade do Turismo Nacional, por meio do qual é possível analisar o nível de desenvolvimento de um destino turístico sob a ótica da competitividade – conceito que impulsiona o destino a superar-se ano após ano, proporcionando ao turista uma experiência cada vez mais positiva. Documento divulgado pelo ministério em 2015 analisa os desafios de São Luís para desenvolver seu potencial turístico. O documento serve para que o destino faça melhorias para o ano seguinte.
O índice geral alcançado por São Luís em 2015 indica que a capital maranhense tem um nível de competitividade 4, em uma escala que vai de 1 a 5. A cidade registrou estabilidade em relação ao último ano da pesquisa. O resultado é superior à média do Brasil e similar à média das demais capitais. Por competitividade o MTur entende a capacidade crescente de gerar negócios nas atividades econômicas relacionadas com o setor de turismo, de forma sustentável, proporcionando ao turista uma experiência positiva.
Resultados
O estudo feito pelo MTur apontou os seguintes diferenciais de São Luís em relação aos demais destinos turísticos: presença de bem cultural no destino reconhecido como patrimônio cultural da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco); variedade de terminais de passageiros no território do destino, que atendem a diversos modais – aéreo, ferroviário, hidroviário e rodoviário; existência de setor específico de estudos e pesquisas em turismo no destino, como parte da estrutura do órgão municipal de gestão de turismo.


Já os desafios apontados foram os seguintes: necessidade de atuação direta na conservação urbana das áreas de circulação turística, em especial no centro histórico da cidade, principal atrativo cultural do destino, o que já está ocorrendo nos últimos meses; carência de aumento da segurança nas áreas de circulação turística do destino; ocupação hoteleira em baixa durante todo ano, mesmo durante o período anteriormente considerado alta temporada. Segundo relatado em campo, esta diferenciação entre alta e baixa temporada não é mais evidente.

Estudo do Fórum Econômico Mundial mostra que o Brasil subiu da 23ª para a 8ª posição entre os países mais competitivos em recursos culturais. A avaliação inclui desde prédios históricos até manifestações culturais e patrimônios imateriais. Pesquisa do Ministério do Turismo mostra ainda que mais de 10% dos turistas estrangeiros que vieram ao Brasil a lazer, em 2014, apontaram os recursos culturais e históricos como principal motivação da viagem.


Muitos prédios tombados, porém, estão abandonados (Foto: Flora Dolores / O ESTADO)
Itens avaliados
A competitividade do destino é avaliada de acordo com 13 dimensões e mais de 60 variáveis. As dimensões ou áreas avaliadas são: infraestrutura geral, acesso, serviços e equipamentos turísticos, atrativos turísticos, marketing e promoção do destino, políticas públicas, cooperação regional, monitoramento, economia local, capacidade empresarial e aspectos sociais, ambientais e culturais.

Em São Luís, as dimensões com os maiores índices foram a capacidade empresarial e infraestrutura geral, resultados que atingiram o nível 5, o mais alto de competitividade na escala utilizada. Além dessas, a cidade também se destacou no desempenho das dimensões aspectos culturais, economia local, aspectos ambientais, marketing e promoção do destino, aspectos sociais, serviços e equipamentos turísticos e acesso, com índices correspondentes ao nível 4, indicando que há espaço para melhorias e inovações.
Apesar dos índices registrados por São Luís serem considerados satisfatórios pelo MTur, por corresponderem ao nível 3 de competitividade, as dimensões em que a cidade registrou os menores resultados foram políticas públicas, atrativos turísticos, monitoramento e cooperação regional.

Pesquisa
A pesquisa em São Luís foi realizada entre os dias 6 e 10 de julho de 2015. Nesse período, foram feitas entrevistas com diversos entes públicos e privados envolvidos direta ou indiretamente com o turismo, como a Secretaria Municipal de Turismo (Semtur) e outros gestores municipais, representantes dos empresários do setor hoteleiro, representantes dos empresários do setor de alimentação, representantes dos empresários do setor de receptivo, Sebrae, entre outros.

Além do levantamento de dados por meio de entrevistas, foram realizadas visitas técnicas aos principais equipamentos e atrativos turísticos da capital maranhense, além dos terminais de chegada a São Luís. Nesta etapa da avaliação, foram analisadas as principais características físicas dos atrativos turísticos e da estrutura urbana da cidade.
SAIBA MAIS
65 destinos avaliados


Foram avaliados 65 destinos turísticos brasileiros de acordo com o nível de competitividade alcançado. Observa-se que 28 destinos se encontram no mesmo nível que São Luís, 4, enquanto a maior parte dos destinos pesquisados encontra-se no nível 3.
Categoria A
Desde 2015, o MTur adotou uma nova metodologia para categorizar os municípios brasileiros. A partir de quatro variáveis de desempenho econômico: número de empregos, de estabelecimentos formais no setor de hospedagem, estimativas de fluxo de turistas domésticos e internacionais, os 3.345 municípios do Mapa do Turismo Brasileiro foram agrupados em cinco categorias, de A até E.
São Luis, assim como todas as capitais brasileiras, pertence a categoria A, que concentra os municípios com maior fluxo turístico e maior número de empregos e de estabelecimentos no setor de hospedagem. Neste grupo estão 51 municípios brasileiros. A categoria A responde por 47% da estimativa de fluxo turístico doméstico do Brasil e 82% do internacional.
Ainda no Maranhão, na categoria B está Imperatriz, pertencente ao Polo Chapada das Mesas. Já na C foram inseridas nove localidades maranhenses, incluindo Barreirinhas, Balsas, Estreito e Caxias. Outras 57 cidades estão distribuídas nos grupos D (44) e E (13).
O Mapa do Turismo Brasileiro é o instrumento que orienta a atuação do Ministério do Turismo no desenvolvimento das políticas públicas do turismo e define a área - o recorte territorial - que deve ser trabalhada prioritariamente. O mapa é atualizado periodicamente e sua última versão, de 2013, conta com 3.345 municípios, divididos em 303 regiões turísticas.
NÚMEROS
2.342 imóveis
do Centro Histórico são tombados pela Unesco desde 1997
220 hectares é a extensão do Centro Histórico de São Luís


sexta-feira, 24 de junho de 2016

Mais respeito e consideração ao Mestre Coxinho, por favor.

Lei que determina execução de “Urrou do Boi” de Coxinho é desrespeitada nos Arraiais

Coxinho
Em vigor há 25 anos, a Lei nº 5.299 determina a execução em qualquer evento cultural e artístico em qualquer parte do território maranhense da Toada “Urrou do Boi”, de autoria de Bartolomeu dos Santos, o saudoso mestre Coxinho.
A toada é oficializada como o Hino Cultural e Folclórico do Maranhão e apesar de ter sido criada em 1991 é desrespeitada nos Arraiais do Maranhão.
Infelizmente nem mesmo nos espaços oficiais promovidos pelo Governo do Maranhão e Prefeitura de São Luís, que aliás prestam homenagem a outros grandes mestres da nossa cultura, dando os nomes de Humberto de Maracanã ao Arraial da Vila Palmeira, Donato Alves ao Arraial do Ipem e Mestre Marcelino ao Arraial da Praia Grande, nota-se que a lei é esquecida, não custava nada tocar a música do Coxinho na abertura das festanças. Nada mesmo.
Se formos pensar bem nem precisaria de uma lei, bastaria a sensibilidade de conhecer um pouco da história de vida de Bartolomeu dos Santos e reconhecer a sua importância para a nossa cultura popular.
Em 03 de abril de 1991, o eterno amo do Boi de Pindaré  nos deixou. Nos seus últimos anos de vida, Coxinho passou por momentos muito difíceis, chegou a pedir esmolas para sustentar seus 9 filhos, morreu na pobreza e abandono.
Em sua memória e pela importância, mais que uma lei, Coxinho merecia um verdadeiro espaço cultural em sua homenagem, um museu fixo que resgatasse toda sua rica história.
Salve o eterno Coxinho!
Segue trecho da letra de “Urrou do Boi”
‘Lá vem meu boi urrando,
subindo o vaquejador,
deu um urro na porteira,
meu vaqueiro se espantou,
o gado da fazenda
com isso se levantou.
Urrou, urrou, urrou, urrou
meu novilho brasileiro
que a natureza criou
Boa noite meu povo
Que vieram aqui me ver
Com essa brincadeira
Trazendo grande prazer
Salve grandes e pequenos
Este é meu dever
Saí pra cantar boi bonito pro povo ver
São João mandou
Que é pra mim fazer
Que é de minha obrigação
Eu amostrar meu saber
Urrou, urrou, urrou, urrou
meu novilho brasileiro
que a natureza criou
Viva Jesus de Nazaré
E a Virgem da Conceição
Viva o Boi de pindaré
Com todo seu batalhão
São Pedro e São Marçal
E meu senhor São João
Viva as armadas de guerra
Viva o chefe da nação
Viva a estrela do dia
São Cosme e São Damião
Urrou, urrou, urrou, urrou
meu novilho brasileiro
que a natureza criou’



Fonte da matéria Um mero olhar crítico sobre o mundo

segunda-feira, 20 de junho de 2016

Saiu o resultado do INSS - Todos os estados




Abrir 20/06/2016 - EDITAL N.º 7 – Resultado final nas provas objetivas, convocação para a perícia médica dos candidatos que se declararam com deficiência e convocação dos candidatos para a verificação da condição declarada para concorrer às vagas reservadas aos candidatos negros

Edital n.7 – Publicação da Gerência Executiva do AC (UF de vaga)
Edital n.7 – Publicação da Gerência Executiva das AL (UF de vaga)
Edital n.7 – Publicação da Gerência Executiva da AM (UF de vaga)
Edital n.7 – Publicação da Gerência Executiva do AP (UF de vaga)
Edital n.7 – Publicação da Gerência Executiva da BA (UF de vaga): de BARREIRAS a JUAZEIRO
Edital n.7 – Publicação da Gerência Executiva da BA (UF de vaga): de SALVADOR a VITÓRIA DA CONQUISTA
Edital n.7 – Publicação da Gerência Executiva do CE (UF de vaga)
Edital n.7 – Publicação da Gerência Executiva do DF (UF de vaga)
Edital n.7 – Publicação da Gerência Executiva do ES (UF de vaga)
Edital n.7 – Publicação da Gerência Executiva do GO (UF de vaga) - abrange regiões do entorno do Distrito Federal
Edital n.7 – Publicação da Gerência Executiva do MA (UF de vaga)
Edital n.7 – Publicação da Gerência Executiva do MG (UF de vaga): de BARBACENA a GOVERNADOR VALADARES
Edital n.7 – Publicação da Gerência Executiva do MG (UF de vaga): de JUIZ DE FORA a VARGINHA
Edital n.7 – Publicação da Gerência Executiva do MS (UF de vaga)
Edital n.7 – Publicação da Gerência Executiva do MT (UF de vaga)
Edital n.7 – Publicação da Gerência Executiva do PA (UF de vaga)
Edital n.7 – Publicação da Gerência Executiva do PB (UF de vaga)
Edital n.7 – Publicação da Gerência Executiva do PE (UF de vaga)
Edital n.7 – Publicação da Gerência Executiva do PI (UF de vaga)
Edital n.7 – Publicação da Gerência Executiva do PR (UF de vaga)
Edital n.7 – Publicação da Gerência Executiva do RJ (UF de vaga)
Edital n.7 – Publicação da Gerência Executiva do RN (UF de vaga)
Edital n.7 – Publicação da Gerência Executiva do RO (UF de vaga)
Edital n.7 – Publicação da Gerência Executiva do RR (UF de vaga)
Edital n.7 – Publicação da Gerência Executiva do RS (UF de vaga)
Edital n.7 – Publicação da Gerência Executiva do SC (UF de vaga)
Edital n.7 – Publicação da Gerência Executiva do SE (UF de vaga)
Edital n.7 – Publicação da Gerência Executiva do SP (UF de vaga): de ARAÇATUBA a PIRACICABA
Edital n.7 – Publicação da Gerência Executiva do SP(UF de vaga): de PRESIDENTE PRUDENTE a SÃO JOSÉ DOS CAMPOS
Edital n.7 – Publicação da Gerência Executiva do SP (UF de vaga): de SÃO PAULO a TAUBATÉ
Edital n.7 – Publicação da Gerência Executiva do TO (UF de vaga)

domingo, 19 de junho de 2016

Marca da Coca-Cola desde 2001, Guaraná Jesus vira aposta 'premium'

Bebida cor-de-rosa folclórica deixa de ser restrita à região do Maranhão.
Com 'preço de importado', bebida chega a outros estados e mira classe A.

Darlan AlvarengaDo G1, em São Paulo
Ícone do Maranhão, Guaraná Jesus faz parte do portfólio da Coca-Cola desde 2001 (Foto: Divulgação)Ícone do Maranhão, Guaraná Jesus faz parte do portfólio da Coca-Cola desde 2001 (Foto: Divulgação)
Ícone do Maranhão e com uma legião de fãs na internet, o Guaraná Jesus ensaia uma ampliação do seu alcance para outras regiões do país com um apelo “premium” – como são chamados produtos mais sofisticados ou diferentes do usual e que, por serem mais caros, costumam ser mais consumidos pelo público de classe A.

Comprada pela Coca-Cola em 2001, a marca do refrigerante cor-de-rosa de nome instigante sempre foi tratada como marca regional pela gigante mundial de bebidas, com comunicação discreta e sem qualquer divulgação nacional.
Criado em 1927, só neste ano refrigerante começou a ser distribuído oficialmente fora do Nordeste
Na página da Coca-Cola Brasil na internet, por exemplo, o Guaraná Jesus sequer aparece listada entre as marcas da empresa sob a justificativa que não se trata de um produto com distribuição nacional.
Passados 15 anos da aquisição da marca, a Coca-Cola decidiu, porém, que o Guaraná Jesus "não é mais restrito ao estado do Maranhão".
Produto deixa de ser restrito ao Maranhão
Por iniciativa de fabricantes franquiados do sistema Coca-Cola, o Guaraná Jesus começou este ano a ser distribuído oficialmente nos estados de São Paulo, Minas Gerais, Paraná e no Distrito Federal.
A Brasal Refrigerantes, começou a fabricar o Guaraná Jesus em abril, distribuindo a bebida apenas dentro da sua área de atuação, no Distrito Federal. Até então, o produto era produzido exclusivamente em São Luís pela Solar e encontrado apenas em municípios do Maranhão, Piauí e parte do Tocantins.
Em maio, a Coca-Cola FEMSA, a maior fabricante de refrigerantes do país, anunciou o início da distribuição do Guaraná Jesus em pontos de venda selecionados em cidades de Minas Gerais, São Paulo e Paraná.
Questionada pelo G1 sobre a estratégia da companhia para o Guaraná Jesus e possibilidade do refrigerante vir a ganhar distribuição nacional, a Coca-Cola informou que decidiu iniciar um plano de expansão da marca.
"O Guaraná Jesus é um produto diferenciado e de forte tradição, que merece ser conhecido em todo o país. Por isso, não é mais restrito ao estado do Maranhão. O plano de expansão contempla praças onde há potencial de consumo, o que nos levou, neste momento, a iniciar a distribuição em São Paulo, Minas e Paraná. No entanto, a médio prazo, novos mercados podem ser incluídos, a partir de decisão tomada em conjunto pela Coca-Cola Brasil e pelo fabricante", disse a companhia.
No YouTube, fãs do Guaraná Jesus e "sommeliers de refrigerante” ajudam a estimular a curiosidade sobre o refrigerante (Foto: Reprodução/YouTube)No YouTube, fãs do Guaraná Jesus e "sommeliers de refrigerante” ajudam a estimular a curiosidade sobre o refrigerante (Foto: Reprodução/YouTube)
'Importado' de São Luís
Na área de atuação da Coca-Cola FEMSA não haverá produção própria neste primeiro momento. O refrigerante está sendo 'importado' do Maranhão. “Por enquanto, estamos apenas distribuindo. Mas foi uma demanda nossa puxar esse produto. Tendo uma boa saída, aí sim a gente começaria a produzir. E, pela escala que temos obviamente pode estourar também em outras franquias [do sistema Coca-Cola], afirma o gerente de marketing da Coca-Cola FEMSA Brasil, George Silva Leite.
Segundo o executivo, o que motivou trazer o refrigerante para a região Sudeste foi o próprio interesse manifestado por consumidores nas redes sociais. Nos últimos anos, o nome curioso e a cor peculiar têm despertado curiosidade e simpatia Brasil afora. No YouTube, fãs entusiasmados e "sommeliers de refrigerante” publicam vídeos com brincadeiras e primeiras impressões sobre a bebida que traz como slogan "O sabor de viver o Maranhão".
Dobro do preço
Com a distribuição do Guaraná Jesus, a Coca-Cola FEMSA busca ampliar a oferta dos chamados produtos premium e diferenciados na região Sudeste.
Estamos trazendo o produto como um produto de nicho, para aqueles que gostam de experimentar novas marcas e sabores"
George Leite, gerente da Coca-Cola FEMSA
“O mix de inovação no mercado está crescendo muito. Da mesma forma que aconteceu no mercado de cerveja e café, essa tendência está vindo também para o mercado de refrigerantes”, diz Leite. “Estamos trazendo o produto como uma inovação, como um produto de nicho, para aqueles consumidores que gostam de experimentar novas marcas e sabores”, completa.
Com o mercado de refrigerantes em baixa – em 2015, as vendas no país caíram 5,9% na comparação com o ano anterior – e sob a mira das campanhas contra a obesidade, o setor tem apostado na diversificação do portfólio para garantir a manutenção das receitas.
O Guaraná Jesus está sendo distribuído em SP, MG e PR apenas na versão em lata de 350ml, com preço sugerido de R$ 4,65 – praticamente o dobro do que custa os refrigerantes tradicionais da empresa – e será posicionado ao lado de refrigerantes importados como Coca-Cola Cherry e Coca-Cola Vanilla.
No Maranhão, o refrigerante costuma ser vendido pelo mesmo preço dos tradicionais. "Na região do Maranhão, o Guaraná Jesus tem um mix de volume próximo ao da venda de Coca-Cola, por isso o preço é menor", justifica o gerente da Coca-Cola FEMSA.
Verso da lata informa que produto é uma marca da Coca-Cola; bebida tem aroma de cravo e canela, mas fórmula exata também é misteriosa (Foto: G1)Verso da lata informa que produto é uma marca da Coca-Cola; bebida tem aroma de cravo e canela, mas fórmula exata também é misteriosa (Foto: G1)
Criador do Guaraná era ateu
O folclórico refrigerante foi criado em 1927 num laboratório de fundo de quintal em São Luís, pelo farmacêutico Jesus Norberto Gomes. A logomarca foi inspirada na assinatura do seu inventor.

A história difundida pela família ao longo dos anos diz que o objetivo inicial do farmacêutico era produzir uma espécie de magnésia fluída, um remédio que estava na moda na época. O negócio acabou não dando certo, mas evoluiu para um xarope que agradou muito aos netos. Nascia o Guaraná Jesus.
Criador do refrigerante era ateu, tinha fama de comunista e foi excomungado pela Igreja
A bebida cor-de-rosa, muito mas muito doce e com traços de cravo e canela teria 17 ingredientes básicos, mas a fórmula exata também é tratada com áura de mistério. Por décadas, o slogan estampado nos rótulos foi "Guaraná Jesus, o sonho cor-de-rosa".

O criador do refrigerante, quem diria, era ateu, tinha fama de comunista e foi excomungado pela Igreja Católica depois de uma briga com um padre. A família conta que, depois de ser exorcizado, Jesus mandou trazer da Alemanha uma série de caras de Fausto (personagem de Goethe que vende a alma ao demônio) e as colocou nas entradas da farmácia, somente para alimentar a lenda. Jesus Norberto Gomes morreu em 1963, sem retornar à Igreja.

O negócio saiu das mãos da família de Jesus em 1980, quando a marca foi vendida à antiga Companhia Maranhense de Refrigerante, na época franqueada da Coca-Cola no estado. Em 2001, o Guaraná Jesus virou notícia nacional ao ser adquirido pela Coca-Cola Brasil, passando a fazer parte do portfólio de marcas da multinacional.

Em 2008, o refrigerante realizou a primeira grande renovação da sua identidade visual, cujo desenho foi escolhido por votação popular. A embalagem atual é inspirada nos azulejos coloniais portugueses de São Luís e ganhou medalha de ouro de melhor estratégia de marketing no Prêmio Internacional de Excelência em Design (IDEA).

No Maranhão, é comercializada desde 2011 também uma versão Zero Caloria do Guaraná Jesus, e o refrigerante é vendido também em garrafas de vidro e em garrafas PET de até 3 litros.
Com publicidade apenas regional, divulgação do Guaraná Jesus Brasil afora é feito no boca a boca (Foto: Divulgação)Com publicidade apenas regional, divulgação do Guaraná Jesus Brasil afora é feito no boca a boca (Foto: Divulgação/Coca-Cola)
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terça-feira, 14 de junho de 2016

Lençóis Maranhenses é um dos destinos mais compartilhados no Instagram

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Rede tem mais de 400 milhões de usuários mensais que compartilham mais de 80 milhões de fotos diariamente; pesquisa revela locais incríveis do país



Tocha olímpica passou pela cidade ontem (Foto: Divulgação)
SÃO LUÍS - Antecipando a chegada dos viajantes nacionais e internacionais que estarão no Brasil para os Jogos Olímpicos do Rio, o Busbud - site e aplicativo para compra de passagens de ônibus - realizou uma pesquisa sobre os destinos mais populares e belos nos 26 estados do Brasil. A pesquisa se baseou no compartilhamento de imagens feitas pelos usuários do Instagram, a rede social com mais de 400 milhões de usuários mensais que compartilham mais de 80 milhões de fotos diariamente. O Parque Nacional do Lençóis Maranhenses apareceu na lista dos preferidos pelos viajantes.

A pesquisa, uma extensão de estudos também produzidos nos EUA, Canadá, França e Espanha, pode ser equiparada à lista de desejos perfeita para os destinos mais belos do país

De praias estonteantes a monumentos fenomenais, o ranking revela as atrações, por estado, melhores classificadas no TripAdvisor, usando ferramentas de mineração de dados para analisar quantas vezes as fotos desses lugares foram compartilhadas no Instagram.

A pesquisa da Busbud revela alguns dos locais mais incríveis do país. A lista não só destaca algumas das belezas naturais mais espetaculares do país, como também atrações contemporâneas, que variam de estádios de futebol a coleções de arte. Isso mostra que o Brasil é um país rico e diversificado, com paisagens majestosas, diversas atrações culturais, e que também abriga exemplos importantes da arte contemporânea e da arquitetura mundial.

"Ficamos muito satisfeitos em saber que o Busbud facilita a viagem das pessoas aos seus locais favoritos, disponibilizando o acesso, de forma ágil e eficiente, a milhares de passagens de ônibus na vasta rede interurbana do país", afirma LP Maurice, co-fundador e CEO da Busbud. "De Foz do Iguaçu a Florianópolis, de Salvador para Lençóis, ou mesmo do Rio de Janeiro para São Paulo, não há escassez de destinos populares entre os usuários do Instagram, e a melhor maneira de chegar a eles é de ônibus", ele completa.

Os destinos mais compartilhados no Instagram nos 10 maiores estados do Brasil:

São Paulo - Arena Corinthians
Minas Gerais - Inhotim
Rio de Janeiro - Praia de Copacabana
Bahia - Praia do Forte
Rio Grande Do Sul - Estádio Beira-Rio
Paraná - Foz do Iguaçu
Pernambuco - Porto de Galinhas
Ceará - Canoa Quebrada
Pará - Estação das Docas
Maranhão - Parque Nacional do Lençóis Maranhenses

terça-feira, 7 de junho de 2016

UFMA tem o maior número de inscrições do Sisu no país

Conforme balanço divulgado pelo MEC, foram 104.746 inscrições na instituição, que está oferecendo 3.413 vagas, distribuídas em nove campi

UFMA foi a instuição mais procurada do país
UFMA foi a instuição mais procurada do país (Foto: De Jesus)
SÃO LUÍS - A Universidade Federal do Maranhão (UFMA) foi a instituição mais procurada na edição 2016.2 do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), conforme balanço divulgado pelo Ministério da Educação (MEC). Foram 104.746 inscrições na instituição, que está oferecendo 3.413 vagas, distribuídas em nove campi.
Depois da UFMA, aparecem as federais do Rio de Janeiro (99.681) e Fluminense (92.590). No país, o curso de medicina segue como o curso mais procurado pelos candidatos ao Ensino Superior público, com concorrência de 108 candidatos por vaga. Em seguida as maiores procuras são por direito, administração, pedagogia e engenharia civil.
A mais instituição mais concorrida, no entanto, é a Universidade Federal da Bahia (UFBA), com 50,6 candidatos por vaga. Já o estado com maior número de inscritos foi Minas Gerais, com 110.565 registros. Em segundo e terceiro lugares ficaram os estados do Rio de Janeiro e São Paulo, com 106.516 e 91.575, respectivamente.
Participaram desta edição, a segunda do ano, 871.358 inscritos - quase 57% mulheres. O prazo para as matrículas vai de 10 a 14 de junho. Quem não foi selecionado pelo sistema tem até o dia 17 para manifestar interesse em integrar a lista de espera.
Como cada candidato pode aplicar para mais de um curso (primeira e segunda opções), o total de inscrições ficou em mais de 1,6 milhão. Foram oferecidas 56.422 vagas em 65 universidades e institutos federais.

Grupo maranhense Soulvenir vence EDP Live Bands Brasil

05 de Junho de 2016

No último sábado, a primeira edição do concurso EDP Live Bands Brasil chegou ao fim, e o grupo vencedor, entre mais de 1.400 inscritos, foi o Soulvenir, banda que mistura rock e eletrônico, vinda do Maranhão. Como prêmio, o grupo irá gravar um disco com a Sony e se apresentará no festival português Nos Alive.
Quando falamos em rock independente, geralmente pensamos somente em São Paulo, Rio e Minas. Mas o concurso veio para desmistificar essa ideia. Dos oito finalistas, um era do interior de São Paulo, dois do Rio, e todos os outros cinco de outros Estados.
Para Paulo Campos Costa, diretor geral de comunicação da EDP, também foi uma surpresa. "Ter um grupo tão misturado foi um surpresa para nós também", diz. Com o sucesso da primeira edição brasileira, o júri está animado para a próxima e se prepara para levar o concurso até a Espanha.
No dia do evento, última etapa do concurso, o júri escolheu o vencedor a partir da análise da apresentação ao vivo, interpretação, técnica e originalidade.
"É trabalhar, se juntar e ensaiar muito", contou Adnon Soares, vocalista da banda, sobre como se destacar na indústria musical sendo independente. "Nós tínhamos receio de cantar em inglês, estando no Maranhão, mas lançamos a primeira música e ela foi bem recebida." O grupo está junto desde 2011 e prepara o lançamento do segundo disco, "Uterearth".
Grupo maranhense Soulvenir vence EDP Live Bands Brasil

segunda-feira, 6 de junho de 2016

Cleo Pires se diverte pelo Maranhão

Cleo Pires se diverte pelo Maranhão no fim de semana; internautas comentam

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Passagem da atriz pela Av. Litorânea rendeu vários comentários no Twitter.

Cleo Pires posou com Glória Pires e Orlando Morais nos Lençóis Maranhenses, no último fim de semana.
Cleo Pires posou com Glória Pires e Orlando Morais nos Lençóis Maranhenses, no último fim de semana. - Reprodução/Instagram
SÃO LUÍS - No último fim de semana, muitos internautas se surpreenderam com a presença da atriz Cleo Pires em solo maranhense. A morena, que posou com a mãe abraçada com a mãe Glória Pires e Orlando Morais nos Lençóis Maranhenses, foi vista por fãs na Avenida Litorânea, em São Luís, na noite de ontem (5).









terça-feira, 31 de maio de 2016

Petrobras vai ter que pagar ao MA compensação ambiental de refinaria

Condenação da Petrobras na Justiça maranhense totaliza R$ 53,7 milhões.
Projeto de construção da Refinaria Premium 1 foi lançado em 2010.

Do G1 MA
Projeto da Refinaria Premium 1 foi cancelado em 2015 (Foto: Douglas Jr./O Estado/Arquivo)Projeto da Refinaria Premium 1 foi cancelado em 2015 (Foto: Douglas Jr./O Estado/Arquivo)
A Justiça determinou nesta segunda-feira (30) que a Petrobras pague, em um prazo de 15 dias, ao Maranhão as parcelas restantes referentes à compensação ambiental da construção da Refinaria Premium 1, em Bacabeira (MA). A condenação da Petrobras totaliza R$ 53,7 milhões. A decisão visa reverter impactos ambientais já produzidos pela instalação interrompida da refinaria no Maranhão.
A decisão é resultado de uma ação civil pública proposta pela Procuradoria Geral do Estado (PGE), e o pedido foi deferido pela Vara de Interesses Difusos e Coletivos de São Luís (MA). Segundo o procurador-geral do Estado, Rodrigo Maia, a suspensão da instalação do empreendimento não justifica a interrupção do pagamento da compensação ambiental.
“Essa decisão é de grande relevância, primeiro, para o Estado, e também para o meio ambiente. O objetivo é tentar balancear e minorar os impactos ambientais causados com a instalação da refinaria. E, comprovadamente, houve danos ambientais decorrentes da terraplanagem”, defende.
Construção da refinaria de Bacabeira (MA) foi iniciada em 2010 (Foto: Flora Dolores/O Estado/Arquivo) 
Construção da refinaria de Bacabeira foi iniciada
em 2010 (Foto: Flora Dolores/O Estado/Arquivo)
O projeto de construção da Refinaria Premium 1 foi lançado em 2010. À época, a Petrobras e o governo do Maranhão assinaram um termo de compromisso com a finalidade de compensar os impactos ambientais, cujo valor seria investido em unidades de conservação. Só que em janeiro de 2015, a empresa decidiu unilateralmente pela interrupção do projeto e suspendeu os pagamentos da compensação. O governo ainda tentou administrativamente retomar o pagamento, sem êxito.
Com a decisão judicial, outras duas parcelas que estão em atraso devem ser pagas em 15 dias, a contar da data de intimação; e as cinco últimas serão pagas conforme o prazo acordado no termo de compromisso entre Estado e Petrobras.