sábado, 9 de abril de 2011

Prefeitura usará cabo ótico para transmitir dados

 


Prefeitura usará cabo ótico para transmitir dados

A Prefeitura de São Luís, por meio da Secretaria Municipal de Informação e Tecnologia (Semit), está desenvolvendo projeto para mudar a forma de transmissão do sistema de informática de rádio para cabo ótico. A mudança tornará os serviços oferecidos pela administração municipal muito mais rápido e tornará possível a inclusão digital de toda a zona rural da capital.
O cabo ótico não apresenta as famosas interferências causadas por outros modelos, pois transmitem dados através de luz. Eles podem ser feitos com emaranhados de fibras de vidro ou plástico, o que lhes confere algumas vantagens em relação ao cabo de cobre ou as ondas de rádio.
A construção dele é feita de fibras óticas, que são revestidas primeiramente por uma camada de resina, coberta por outra de plástico. A idéia é proteger as fibras e a condução da luz, sem deixá-la escapar ou se misturar, o que garante a boa qualidade da transmissão de dados. Para utilizar um cabo ótico é necessário fazer uso das conexões apropriadas para o sistema. Os equipamentos de saída e entrada devem ter essa possibilidade. No modelo, não é permitido utilizar outras pontas para a conexão, já que a forma de transmissão é outra.
De acordo com o secretário da Semit, Rodrigo Passinho, a transposição da comunicação do sistema de informática do Município de rádio para cabo ótico permitirá o aumento da inclusão digital pela Prefeitura de São Luís. "Assim que conseguirmos mudar a comunicação do sistema de informação dos setores estratégico da Prefeitura, como Fazenda, Educação, Saúde, Administração e Transporte, que utilizam mais de 99% da nossa rede, teremos condições de viabilizar o nosso projeto de levar inclusão digital para a zona rural de São Luís", explicou.
Melhoria - "Um incluído digitalmente não é aquele que apenas utiliza essa nova linguagem, que é o mundo digital, para trocar e-mails, mas aquele que usufrui desse suporte para melhorar as suas condições de vida", disse o secretário Rodrigo Passinho.
A inclusão digital, para acontecer, precisa de três instrumentos básicos que são: computador, acesso à rede e o domínio dessas ferramentas. "Não basta apenas o cidadão possuir um simples computador conectado à internet que iremos considerar ele, um incluído digitalmente. Ele precisa saber o que fazer com essas ferramentas e cabe à Semit também dar orientação para que estas pessoas usem a internet para melhorar suas vidas", analisou.
Entre as estratégias inclusivas da Semit estão projetos e ações que facilitam o acesso de pessoas de baixa renda às Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC). A inclusão digital volta-se também para o desenvolvimento de tecnologias que ampliem a acessibilidade para usuários com deficiência. "Dessa forma, toda a sociedade pode ter acesso a informações disponíveis na internet, e assim produzir e disseminar conhecimento", completou

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