terça-feira, 9 de outubro de 2012

BNDES aprova empréstimos de R$ 2,8 bi para o Maranhão e MG

 

Financiamento autorizado pelo banco para o Maranhão destina-se à execução de investimentos do Programa Viva Maranhão.


Brasília - O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou empréstimos para Minas Gerais e Maranhão, no valor de R$ 2,8 bilhões. As duas operações fazem parte do Programa de Apoio ao Investimento dos Estados e Distrito Federal (Proinveste). O banco está se preparando para uma maior demanda dos governos estaduais por financiamento, por causa da ampliação de limites de financiamento para os estados pelo Tesouro Nacional.
O governo mineiro ainda teve aprovado um empréstimo de R$ 469,7 milhões, na linha
BNDES Estados, anunciou o banco. No Proinveste, Minas Gerais receberá financiamento de R$ 1,306 bilhão e o Maranhão, de R$ 1 bilhão.
O financiamento aprovado pelo banco para o estado do Maranhão destina-se à execução de investimentos do Programa Viva Maranhão em 2013 e 2014.
São ações de gestão territorial, gestão pública, educação, saúde, saneamento ambiental, segurança pública, infraestrutura rodoviária, assistência social e mobilidade urbana, segundo o banco.
O projeto prevê ainda um novo zoneamento ecológico-econômico, visando ao melhor monitoramento dos recursos naturais e da destinação e uso da terra. Os investimentos em gestão pública, segundo o
BNDES, envolvem a implantação de sistemas integrados de monitoramento e acompanhamento de programas e projetos governamentais.
Na área social, estão incluídos investimentos para ampliação e recuperação da rede hospitalar e de escolas, com a construção de centros de ensino integral, e a expansão do sistema de abastecimento de água. O projeto envolve investimentos em segurança pública, com qualificação do trabalho de inteligência da polícia e ampliação do sistema prisional, informou o BNDES.
O banco explica que o Programa Viva Maranhão inclui investimentos totais de R$ 3,8 bilhões entre 2013 e 2016, voltados para combate à pobreza e redução de desigualdades, universalização dos serviços de saúde e de saneamento básico, qualidade de ensino, segurança pública, qualificação profissional e capacitação científica e tecnológica. A expectativa é de geração de 40 mil empregos diretos e indiretos.

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