Financiamento autorizado pelo banco para o Maranhão destina-se à execução de investimentos do Programa Viva Maranhão.
Brasília - O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e
Social (BNDES) aprovou empréstimos para Minas Gerais e Maranhão, no valor de R$
2,8 bilhões. As duas operações fazem parte do Programa de Apoio ao Investimento
dos Estados e Distrito Federal (Proinveste). O banco está se preparando para uma
maior demanda dos governos estaduais por financiamento, por causa da ampliação
de limites de financiamento para os estados pelo Tesouro Nacional.
O governo mineiro ainda teve aprovado um empréstimo de R$ 469,7
milhões, na linha
BNDES Estados, anunciou o banco. No Proinveste, Minas Gerais
receberá financiamento de R$ 1,306 bilhão e o Maranhão, de R$ 1 bilhão.
O financiamento aprovado pelo banco para o estado do Maranhão
destina-se à execução de investimentos do Programa Viva Maranhão em 2013 e
2014.
São ações de gestão territorial, gestão pública, educação,
saúde, saneamento ambiental, segurança pública, infraestrutura rodoviária,
assistência social e mobilidade urbana, segundo o banco.
O projeto prevê ainda um novo zoneamento ecológico-econômico,
visando ao melhor monitoramento dos recursos naturais e da destinação e uso da
terra. Os investimentos em gestão pública, segundo o
BNDES, envolvem a implantação de sistemas integrados de
monitoramento e acompanhamento de programas e projetos governamentais.
Na área social, estão incluídos investimentos para ampliação e
recuperação da rede hospitalar e de escolas, com a construção de centros de
ensino integral, e a expansão do sistema de abastecimento de água. O projeto
envolve investimentos em segurança pública, com qualificação do trabalho de
inteligência da polícia e ampliação do sistema prisional, informou o BNDES.
O banco explica que o Programa Viva Maranhão inclui
investimentos totais de R$ 3,8 bilhões entre 2013 e 2016, voltados para combate
à pobreza e redução de desigualdades, universalização dos serviços de saúde e de
saneamento básico, qualidade de ensino, segurança pública, qualificação
profissional e capacitação científica e tecnológica. A expectativa é de geração
de 40 mil empregos diretos e indiretos.

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