quarta-feira, 28 de abril de 2010

Ricardo Almeida Office em São Luís

Estilista Ricardo Almeda

Alex Palhano

Ricardo Almeida dispensa maiores comentários. É um dos nomes de moda e estilo que todo mundo respeita. Sua alfaiataria impecável é um ícone fashion. Seus ternos poderosos são objetos de desejo de todo homem elegante no Brasil. Aliás, para ser ter um terno, uma gravata ou uma camisa do Ricardo Almeida, também precisa ter um bolso poderoso.

Mas calma... Agora, não são só mega-empresários e celebridades que podem usar Ricardo Almeida. O cara criou em julho de 2009, uma linha de roupas mais acessível, direcionada a profissionais liberais, executivos e jovens empreendedores: a Ricardo Almeida Office, que une a excelência da alfaiataria do estilista e aposta em matérias-primas um pouco mais acessíveis, com o objetivo de tornar-se mais competitiva.

Para se ter uma idéia de preços

A nova etiqueta é bem menor que de costume: as gravatas, que custam R$ 440 na marca mãe, serão vendidas a R$ 150 na linha Office. Os preços das camisas giram entre R$ 160 e R$ 300, contra cerca de R$ 477 no modelo mais barato da loja original. Huummm...

A outra boa notícia é que a nova linha Ricardo Almeida Office estará à venda na Vox Concept, no São Luís Shopping, e na Av. Dos Holandeses, onde também funciona o Clube Donna Moça.

No nosso álbum, confira algumas peças da nova linha...

+ Sobre a Ricardo Almeida Office

“Estou buscando qualidade e um preço mundial, porque na hora em que eu traduzo em dolar, posso vender em qualquer lugar do mundo. Daqui a quatro anos pretendo abrir uma loja fora do Brasil. Precisei expandir a marca para fazer para as pessoas entenderem que um copo de cristal é diferente de um copo de vidro, por exemplo, e que isso será refletido no preço”, explica Ricardo Almeida.

As camisas pólo são um outro diferencial da nova linha. Foram desenvolvidas no Peru onde é produzido o algodão Pima, confeccionado a partir de fibras extra longas conhecidas por seu brilho, toque suave e resistência. “As minhas gravatas são feitas pelo pessoal que faz para a Brioni. São os melhores do mundo”, conta.

Com uma trajetória tão longa e sólida, Ricardo tem visão panorâmica dos melindres desse mercado. “Moda não vende, principalmente no masculino. Não vende em lugar nenhum do mundo, vende uma perfumaria. A Dior, a Vuitton… Você faz cem roupas, o que não é nada. Daí vende um pouco para o francês, o italiano, o indiano. O Armani não faz moda. Se você entra na loja, não sabe distinguir o que é da coleção passada ou retrasada. Tem o Fashion, mas quem compra não quer pagar um valor mais alto e muitas vezes não vai comprar uma peça mais elaborada por que ela custa caro. A camisa que eu estou vestindo custa R$ 900 na loja, mas só há 25 delas no Brasil. Para fazer uma camisa que só terá vinte e cinco peças iguais, o custo é maior. É como uma gravura, quanto menos cópias, mais cara ela será”.

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