terça-feira, 31 de maio de 2011

Frota de São Luís teve o 8º maior crescimento entre as capitais

Frota de São Luís teve o 8º maior crescimento entre as capitais


Wilson Lima
Da equipe de O Estado


A frota de veículos de São Luís teve o oitavo maior crescimento entre as 26 capitais brasileiras entre os anos de 2001 a 2009. Os dados constam no relatório de auditoria operacional do Tribunal de Contas da União (TCU), que avaliou problemas da mobilidade urbana em todo o Brasil.

O levantamento foi realizado com base em números do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) e compreende de janeiro de 2001 a maio de 2009. Nesse período, a frota de veículos de São Luís teve elevação de 102%, passando de 99.759 para 201.702. Hoje, o número de veículos na capital maranhense chega a 261.046 unidades. O relatório envolve não somente as capitais mas as 58 cidades com mais de 400 mil habitantes.

Segundo o relatório do TCU, a capital brasileira que teve o maior crescimento de sua frota de veículos é Palmas (TO). Em oito anos, a frota de Palmas aumentou 239%, passando de 27 mil para 92 mil veículos. Macapá teve a segunda maior variação no período (160%). Em 2001, a capital do Amapá tinha 29 mil veículos e oito anos depois passou para 75 mil. Ainda nessa lista, aparece Porto Velho, com um aumento de 141% do número de veículos nas ruas. Na capital de Rondônia, a quantidade de automóveis nas ruas saltou de 50 mil para 121 mil em oito anos. "A frota de veículos no Brasil tem apresentado um crescimento contínuo ao longo dos anos e, com isso, causado uma elevada demanda por vias de circulação nas cidades", aponta o relatório to TCU.

Alerta - O documento ainda faz um alerta em relação à mobilidade urbana em todo o Brasil. "Os congestionamentos vêm surgindo nas cidades menores e se tornando crônicos nas grandes cidades. Além de causarem redução de produtividade por perda de tempo, provocam estresse e contribuem ainda mais para a poluição. Estudo realizado pelo Citigroup aponta que o trânsito gera uma perda de 5% na produtividade do Brasil, considerando o tempo que se gasta em viagens urbanas. Além disso, a cada hora de acréscimo em congestionamentos, tem-se uma média de aumento de 20% na emissão de poluentes".

Entre as 58 cidades com mais de 400 mil habitantes, o crescimento da frota de veículos em São Luís também é destaque. De 58 cidades, a capital maranhense teve a 14º maior variação do país. A cidade brasileira com mais de 400 mil habitantes que registrou a maior elevação de sua frota de veículos é Aparecida de Goiânia, município distante 19 km de Goiânia. Na cidade, segundo o TCU, o volume de automóveis nas ruas cresceu 247% no período. Passando de 37,5 mil para 129,77 mil em oito anos.

Na lista das 10 cidades brasileiras que tiveram a maior variação no número de veículos nas ruas aparecem municípios como Ananindeua (PA), Belfort Roxo (RJ), Serra (ES), Feira de Santana (BA) e Betim (MG). "Nas cidades de renda média mais alta, como no Sudeste e Sul do país, o automóvel particular atende grande parte das viagens motorizadas (50% delas, no caso da Região Metropolitana de São Paulo) (CMSP, 1997). Dados do IBGE e Denatran mostram que, em 2008, os municípios com mais de 100.000 habitantes (4,8% dos municípios brasileiros) concentram 69,9% da frota de automóveis do país. Isto demonstra que cidades maiores concentram maior índice de motorização", sentencia o relatório do TCU.

Teatro Arthur Azevedo comemora 194 anos

Teatro Arthur Azevedo comemora 194 anos


Misturando a magia do circo, do teatro, da música e dos malabares, os espetáculos internacionais “Out of Lines” e “Pequenas Peças” serão apresentados hoje por malabaristas-dançarinos da Companhia Sens Dessus-Dessous (França) no Teatro Arthur Azevedo (TAA), na Rua do Sol, Centro. O show começa às 20h e tem duração de 65 minutos. A entrada é franca com retirada de ingresso na bilheteria do teatro uma hora antes da apresentação (a partir das 19h). A Aliança Francesa é responsável por trazer a atração que homenageia o aniversário de 194 anos do TAA.

No palco, a dupla de malabaristas Jive Faury e Kim Huynh, dirigida por Lionel Vidal, faz da corda o objeto central dos números coreográficos da peça “Out of Lines”. Brincando com a imaginação dos espectadores, a manipulação das cordas cria formas inesperadas e personagens surpreendentes, criando um universo de ilusão. A coreografia dura 40 minutos.

O espetáculo “Pequenas peças” se situa entre a arte do malabarismo, da dança e do mimo. Trata-se de um conjunto de cinco peças curtas que, como ponto em comum, tem a linguagem poética traduzida pela arte da coreografia. Os solos refletem o trabalho da Companhia Sens Dessus-Dessous, caracterizado pela integração do movimento, do ilusionismo e da música. É uma mistura alegre onde dialogam a graça e a brincadeira da dupla Jive Faury e Kim Huynh. Um espetáculo cheio de poesia, ritmado pela manipulação dos acessórios de malabarismo. A apresentação dura aproximadamente 25 minutos e pode ser vista por pessoas de todas as idades.

No dia 21 deste mês, a Companhia Sens Dessus-Dessous dá aulas de malabares na oficina de formação às técnicas do novo circo, no Teatro Arthur Azevedo. O curso é oferecido para malabaristas-dançarinos já especializados nessa disciplina. A turma é limitada a 20 pessoas. Para mais detalhes, entrar em contato com o TAA: (98) 3218-9900.

A Companhia Sens Dessus-Dessous vai passar por 11 cidades brasileiras fazendo espetáculos e mostrando técnicas de circo e de teatro. São Luís é a terceira cidade a receber o grupo francês neste ano.


Artistas – Desde 2006, Kim Huynh e Jive Faury criam pequenos espetáculos de malabarismo com bolas, clavas e bastões. Em cada um, suas práticas malabarísticas se completam, dentro de uma proposta de trabalho sobre o movimento e a manipulação de objetos.

Formado em malabarismo, em artes circenses contemporâneas na escola de circo de Toulouse Le Lido e em dança Jive Faury integrou companhias de espetáculo vivo que misturam e fusionam diferentes formas artísticas, como Companhia Jérôme Thomas (malabarismo, dança), Companhia Les Apostrophés (manipulação de objetos), Companhia Carcara (teatro, música, artes visuais), conjunto FA7 (música contemporânea, artes visuais), Companhia Jean-François Zygel (música clássica, malabarismo dançado).

Kim Huynh é dançarina formada pelo Conservatório de Saint Denis e pratica a dança clássica desde seus 4 anos de idade. Desde 1995, tem se dedicado ao malabarismo.

O criador e diretor de iluminação de “Out of Lines”, Lionel Vidal, já participou de diversos espetáculos e companhias importantes, como Tiers-Théâtre em 2005 (Avignon 2005 para “Van der Monde” e “Tribulations”), seguidas de Music-Hall (Companhia Le Troupeau Dans le Crâne) e “A Casa de Bernarda Alba” (Companhia le Théâtre du Bout du Monde) e de muitos outros espetáculos (cerca de 15 com 8 companhias diferentes).

Um dos 16 teatros monumentos do país

Marco das artes cênicas no Maranhão, o Teatro Arthur Azevedo é o segundo construído e inaugurado no Brasil e um dos poucos daquele período que ainda estão em funcionamento. Por sua arquitetura, luxo e grandiosidade, é um dos 16 Teatros Monumentos do Brasil, obtendo o respeito e admiração da classe artística cênica (teatro, dança e circo) e de músicos e intérpretes como um templo da arte brasileira.

Construído por dois comerciantes portugueses, em estilo neoclássico, o teatro foi inaugurado em 1817, na Rua do Sol, próximo ao Largo do Carmo. A obra foi alvo de críticas por parte da igreja católica, naquela época, por ser localizado próximo a um templo sagrado da igreja e ser considerado uma casa de profanação, por propagar a arte, profissão rejeitada e discriminada na época.

194 anos do Teatro Arthur Azevedo terá espetáculo francês
Secom/Governo do Estado


SÃO LUÍS - Mais importante e imponente casa de espetáculos do Maranhão, o Teatro Arthur Azevedo (TAA) celebra mais um ano de arte, nesta quarta-feira (1º), quando completa 194 anos. Para marcar a data, o palco do TAA recebe espetáculos da companhia de malabaris francesa Sens Dessus-Dessous, trazido para São Luís pela Aliança Francesa, em viagem de turnê pelo Brasil.


Da França a São Luís, os espetáculos “Out of Line” (Fora das linhas) e “Petites piéces” (Pequenas Peças) serão apresentados às 20h, com entrada franca (os ingressos devem ser retirados na bilheteria do TAA uma hora antes da apresentação). São takes de 25 minutos, em “Petites piéces”, e de 40 minutos, em “Out of Line”, totalizando 65 minutos, apresentados pelo casal de atores franceses Jive Faury e Kim Huynh, ambos também malabaristas e dançarinas. Criação e direção de iluminação assinadas por Lionel Vidal.


“Out of Lines” usa 30 metros de corda, objeto central do espetáculo que busca explorar qualquer forma de malabarismo e de manipulação, sempre brincando com a imaginação do espectador. A montagem sugere personagens-cordas, tenta surpreender com formas inesperadas e criar a ilusão de um universo onde cordas duras e bastões moles se confundem. No palco, os dois malabaristas constroem um espaço infinito, que os convida a construir e desfazer, a tecer histórias, a inventar uma linguagem original e poética em torno da manipulação de objetos, do malabarismo coreográfico e da dança.


“Petites piéces” é um conjunto de cinco peças curtas, cinco solos. Todos refletem o trabalho da Companhia Sens Dessus-Dessous, caracterizado pela abertura a outros segmentos, como dança, ilusionismo e música. As Pequenas Peças têm como ponto em comum o fato de serem coreografadas e de utilizar uma linguagem poética que deixa entrar o imaginário do espectador. Situa-se entre a arte do malabarismo, da dança e do mimo.

Noites de São João na praça

Noites de São João na praça


O primeiro arraial junino em praça pública será aberto na noite de hoje, às 18h, na Praça Maria Aragão. Até o dia 3 de julho, 250 grupos folclóricos se apresentarão diariamente para o grande público no espaço ambientado que lembra um cenário de uma quermesse do interior brasileiro. As manifestações evoluirão sobre um tablado com dimensões maiores do que as do projeto do ano passado e os tambores ecoarão durante seis horas ininterruptas, de segunda a sexta-feira, e ao longo de sete horas, aos fins de semana.

O espetáculo de cores, ritmos e sotaques terá a participação de todas as danças típicas do São João do Maranhão durante 33 dias de festa, a exemplo de grupos de bumba-meu-boi, cacuriá, quadrilha, dança portuguesa, dança do boiadeiro, dança do coco e tambor de crioula.

Hoje, a fogueira vai acender para o Tambor de Crioula da Fé em Deus, Boi de Morros, Boi da Floresta e da Maioba. A primeira artista a se apresentar no palco será a cantora Eugênia Miranda. As apresentações terão início às 19h, logo após a solenidade de abertura.

“Já estaremos com parte da indumentária na apresentação de hoje. Estamos também com novas toadas e entoaremos também as toadas antológicas do grupo. Temos muitas apresentações agendadas para o São João deste ano”, disse José Inaldo, presidente do Boi da Maioba.

A programação atenderá ao público adulto e infantil. As crianças terão privilégios, principalmente aos sábados e domingos, quando poderão assistir a apresentações específicas para elas. Aos sábados, domingos e vésperas de feriado entrará em cena o tradicional ‘Barracão do Forró’, com os melhores grupos de forró pé-de-serra de São Luís.


Barracas – O Arraial da Maria Aragão agrega 29 barracas juninas onde são comercializados artesanato, bebidas e pratos com comidas típicas, entre arroz de cuxá, torta de camarão, arroz “Maria Isabel”, vatapá, canjica, cocada e mingau de milho, para citar alguns itens da culinária maranhense. Há espaço ainda para turistas, coordenado pela Secretaria Municipal de Turismo. Em uma das barracas, os visitantes receberão informações sobre a cidade e a cultura local. Os portadores de necessidades especiais também terão atendimento exclusivo, com conforto e visão privilegiada das atrações.

Além do Arraial da Praça Maria Aragão, a Fundação Municipal de Cultura apóia outros terreiros juninos comunitários espalhados pela cidade, com atrações artísticas e serviços: Arraial da Igreja de Santo Antônio (Centro), Igreja de Santo Antônio de Pádua (Cohajap), Vila Palmeira, entre outros.

Despedida do TREMA


Estou indo embora. Não há mais lugar para mim. Eu sou o trema. Você pode nunca ter reparado em mim, mas eu estava sempre ali, na Anhangüera, nos aqüíferos, nas lingüiças e seus trocadilhos por mais de quatrocentos e cinqüenta anos.
Mas os tempos mudaram. Inventaram uma tal de reforma ortográfica e eu simplesmente tô fora. Fui expulso pra sempre do dicionário. Seus ingratos! Isso é uma delinqüência de lingüistas grandiloqüentes!...
O resto dos pontos e o alfabeto não me deram o menor apoio... A letra U se disse aliviada porque vou finalmente sair de cima dela. Os dois pontos disseram que eu sou um preguiçoso que trabalha deitado enquanto ele fica em pé.
Até o cedilha foi a favor da minha expulsão, aquele C cagão que fica se passando por S e nunca tem coragem de iniciar uma palavra. E também tem aquele obeso do O e o anoréxico do I. Desesperado, tentei chamar o ponto final pra trabalharmos juntos, fazendo um bico de reticências, mas ele negou, sempre encerrando logo todas as discussões. Será que se deixar um topete moicano posso me passar por aspas?... A verdade é que estou fora de moda. Quem está na moda são os estrangeiros, é o K e o W, "Kkk" pra cá, "www" pra lá.
Até o jogo da velha, que ninguém nunca ligou, virou celebridade nesse tal de Twitter, que aliás, deveria se chamar TÜITER. Chega de argüição, mas estejam certos, seus moderninhos: haverá conseqüências! Chega de piadinhas dizendo que estou "tremendo" de medo. Tudo bem, vou-me embora da língua portuguesa. Foi bom enquanto durou. Vou para o alemão, lá eles adoram os tremas. E um dia vocês sentirão saudades. E não vão agüentar!...
Nós nos veremos nos livros antigos. Saio da língua para entrar na história.

Adeus,
Trema.

A nova cara da saúde no Maranhão…

Por Marco Deça


Novo aspecto do setor de emergência do Ipem

Equipamentos novos para a Maternidade Benedito Leite

São impressionantes os números do programa “Saúde é Vida” dois anos após sua implantação no governo Roseana Sarney (PMDB).
O balanço do programa foi apresentado hoje de manhã pelo secretário de Saúde, Ricardo Murad, em solenidade no Palácio Henrique de La Rocque.
E falam por si só.
Além do investimento direto nas unidades do estado, o governo investiu R$ 110.209.397,62 nas redes municipais de saúde.
- Este programa se antecipou em dois anos ao Governo Federal e, hoje, serve como uma luva à prioridade do governo Dilma (PT) no setor da saúde – afirmou o secretário.
Em 2009, eram apenas 9,9% da rede de atenção primária em condições mínimas de atendimento, “um caos completo”, como definiu Murad.


Em Paulino Neves e Presidente Vargas os hospitais estão prontos

As obras suspensas também foram exibidas pelo secretári: tansparência

Este índice mudou.

A média per capta repassada pelo SUS ao Maranhão, que era de R$ 98,59 em 2009, hoje chega a R$ 110,00. E a meta do governo é alcançar R$ 150,00.
- Em 2009, o estado tinha apenas 47% de cobertura na Média e Alta Complexidades. Hoje, em apenas dois anos, atingimos 86% de produção – revelou o secretário.
Durante a solenidade, Ricardo Murad entregou uma cartilha que mostra claramente a situação das obras de cada uma das 72 unidades hospitalares de urgência e emergência que estão sendo construídas, algumas já recebendo equipamentos.
Folheie aqui a revista “Saúde É Vida”
O detalhe é que a publicação não esconde dados. Mostra, inclusive, aquelas obras que tiveram problemas, muitas das quais tiveram os contratos de construção rescindidos.


O PAN Diamante terá atendimento de alta complexidade

A moderna UTI do Hospital Geral já está concluída

Segundo o secretário, novas licitações serão iniciadas a partir de julho.
Além dos hospitais do estado, serão mais 10 Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) construídas em parceria com o Governo Federal.
- Além disso, estamos reformando toda a rede. Hospitais como o Geral e o dos Servidores ganharão equipamentos de última geração – frisou o secretário.
Para a governadora Roseana Sarney (PMDB), presente ao evento, o investimento na saúde do Maranhão é um dos maiores do páís.
- Trata-se do maior programa em implantação do Brasil na área da Saúde – afirmou Roseana.
Os números mostram a razão de sua declaração.

Programa “Saúde é Vida”, do Governo do Estado, já investiu R$ 530 milhões em hospitais e UPAs

Programa “Saúde é Vida”, do Governo do Estado, já investiu R$ 530 milhões em hospitais e UPAs

Marco Aurélio D’Eça
Da editoria de Política

Um investimento de quase R$ 530 milhões no setor de saúde em dois anos. Este é o resultado do programa “Saúde é Vida”, do governo Roseana Sarney (PMDB), cujo balanço foi apresentado ontem, pelo secretário Ricardo Murad. Segundo ele, o Estado investiu R$ 418.480.000,00 em sua rede própria de hospitais e outros R$ 110.209.397,62 por meio das prefeituras.


“É o maior programa de investimento em saúde pública em andamento no país”, definiu a governadora, que presidiu a reunião no Palácio Henrique de La Rocque.

O programa apresenta números de peso em comparação à realidade do setor de saúde maranhense em 2009, quando foi lançado. Além dos números, das realizações e dos objetivos do “Saúde é Vida”, Ricardo Murad distribuiu revista com as obras de todos os 72 hospitais de 20 e 50 leitos que estão sendo construídos no estado, além das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) – construídas em parceria com o Governo Federal – e a reforma das principais unidades de saúde da rede estadual.

Entre os hospitais, oito já estão prontos – Afonso Cunha, Água Doce do Maranhão, Magalhães de Almeida, Morros, Paulino Neves, Presidente Vargas, Primeira Cruz e Santana do Maranhão, além do de Lago dos Rodrigues, inaugurado no fim de 2010 e já em pleno funcionamento.


Unidades - Das 10 UPAs, uma já foi inaugurada – Itaqui-Bacanga – e cinco estão prontas: Timon, Coroatá, São José de Ribamar, Imperatriz e Codó. “É um programa revolucionário que está mudando os alicerces da saúde no Maranhão”, ressaltou Murad.

Ele disse que antes do programa a situação do atendimento básico na área de saúde era crítica. “Um verdadeiro caos, que levou o Estado a fazer uma grande intervenção, com investimentos jamais vistos na história do Maranhão”, destacou.

Em 2009, eram apenas 9,9% da rede de atenção primária em condições mínimas de atendimento. “Um caos completo”, definiu Murad. “Não se pode aceitar este tipo de situação. Por isso, agimos”, completou o secretário.

Os investimentos chegaram a todos os setores. A média per capita repassada pelo Sistema Único de Saúde (SUS) ao Maranhão, que era de R$ 98,59 em 2009, hoje chega a R$ 110,00. E a meta do governo é alcançar R$ 150,00. “Em 2009, o Estado tinha apenas 47% de cobertura na média e alta complexidades. Hoje, em apenas dois anos, atingimos 86% de produção”, revelou o secretário.


Complemento da matéria retirado de outras fontes

Hospitais e UPAs serão inaugurados a partir de julho

Hospitais e UPAs serão inaugurados a partir de julho



O Governo do Estado começa a inaugurar, a partir de julho, as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e alguns dos 72 hospitais de 20 e 50 leitos que estão sendo construídos no Maranhão. Ontem, durante a solenidade de balanço do programa “Saúde é Vida”, o secretário Ricardo Murad distribuiu uma revista com a situação da obra de cada um dos hospitais, das UPAs e das unidades de saúde reformados pelo estado na capital e no interior.

Durante o evento, Roseana entregou duas “ambulanchas” de emergência. São embarcações dotadas de UTIs, respirador e ressuscitador que serão usadas em Barreirinhas e pelo Corpo de Bombeiros, na Baía de São Marcos, em São Luís. Também foi entregue pela governadora o Hospital de Campanha. Esta unidade de atendimento será usada em regiões com grande número de vítimas de catástrofes ocasionadas por enchentes ou chuvas. São 12 leitos equipados com aparelhos para pronto atendimento.

A governadora conheceu ainda duas unidades móveis com aparelhos de tomografia e mamografia de última geração. Inicialmente, esse atendimento móvel será oferecido à população de São Luís e depois seguirá para as cidades sedes das regionais. A carreta do tomógrafo, com capacidade para mil exames por mês, está estacionada no Hospital Carlos Macieira. Já a carreta do mamógrafo, com capacidade para 500 exames mensais, fica no estacionamento da Maternidade Marly Sarney, na Cohab/Anil.

Fontes: Jornal O Estado do Maranhão e o jornalista Marco Deça.

A vergonha dos maranhenses que nos envergonham



Zeca Maranhão

       Quem participa de redes sociais como orkut, twitter, hi5, facebook e torce para os times do sudeste, já deve ter sentido uma forte pressão por parte de alguns conterrâneos para que valorize o nosso desprestigiado, diria até mesmo, quase inexistente,  futebol maranhense. 
Ao que parece, de repente o maranhense resolveu imitar o pernambucano e declarou guerra ao futebol sudestino. Esse movimento tem se intensificado e vem tomando força em outros estados nordestinos também.
Nada contra o  movimento, que acho até justo, apesar de não acreditar que, pelo menos a médio ou mesmo a longo prazo, ele fará melhorar  o nível do nosso futebol a ponto de um dia podermos  bater no peito e dizer que temos um time maranhense campeão brasileiro, ganhando em campo, no futebol,  não no WO ou no tapetão como aconteceu com o campeonato brasileiro de 87.
      A pergunta que faço é: Por que esse bairrismo repentino do maranhense se restringe apenas ao nosso futebol e não se expande também à nossa gloriosa cultura? Por que defendermos o nosso falido futebol e não defendermos também a nossa música, o nosso folclore e toda a nossa rica cultura, que convenhamos, tem muito mais valor e talentos?
Os mesmos maranhenses que tentam nos fazer sentir envergonhados por torcer para o futebol sudestino, são os mesmos que frequentam shows de duplas sertanejas do Goiás, shows de axé da Bahia e forró eletrônico do Ceará e que não compram sequer um único disco dos artistas maranhenses.  Não sabem uma toada nova, nem velha, dos grupos de bumba-meu-boi, ainda dizem que reggae, tambor de criola e bumba-meu-boi  é coisa de preto, pobre e que bom é só o que vem de fora.
Sabemos que há lugar para todos e que a diversidade cultural é benéfica,  mas não podemos deixar que a cultura alheia se sobreponha à nossa.
O argumento mais forte desses torcedopatas é que o maranhense sofreu "bullying" da Rede Globo e que ela faz lavagem cerebral no povo brasileiro há décadas, fazendo acreditar que futebol é o carioca, o resto é apenas degrau para eles subirem ao pódio.
Pode ser, mas será que esses indignados maranhenses não percebem que eles estão fazendo mais uma vez o jogo da Globo que faz o mesmo em relação à cultura, promovendo uma grande lavagem cerebral na população brasileira,  em programas de nível duvidoso como Faustão e nos enfiando goela abaixo, artistas com prazo de validade como algumas chorosas duplas sertanejas, certos cantores de axé e apelativas bandas de forró de quinta categoria, durante toda a programação e mais intensamente nos intervalos da mesma, como se esses artistas  fossem ícones da cultura brasileira  a ensinar como deve se comportar o povo brasileiro, como deve dançar e o que escutar?
O maranhense rico em festas e tradições, sempre foi formador de opinião, nunca se sujeitou a ser mero copiador da cultura alheia, infelizmente agora virou massa de manobra e também  atende ao comando da poderosa rede Globo, rebola com Leo Santana, chora com Luan Santana e depois vai para o estádio empunhando a bandeira de algum  time maranhense sem perceber que fora dos estádios ele empunha a bandeira do "Santana" Futebol Clube dos Manipulados.
A Globo sabe que uma mentira contada várias vezes termina virando verdade na cabeça dos incautos e incultos. Baseada nisso ela impõe lixo cultural ao povão que compra a ideia e os discos.
Água mole em pedra dura...
Não quero levantar a bandeira do ufanismo, mas por que sermos xenófobos apenas no futebol e não em relação ao amor à nossa cidade, às nossas tradições e aos nossos  costumes?
Esse mesmo torcedor tão orgulhoso do nosso futebol, é o mesmo que muitas vezes torce o nariz  para a nossa cidade, nossas conquistas e nossos valores culturais, simplesmente por questões políticas. Acredito que  o amor à nossa terra deva ser incondicional. Independe de quem a governa.
Deveriam repudiar veementemente  os maus políticos, xingá-los até, e nunca, mas nunca mesmo, fazer isso com a nossa terra, com a nossa cidade, ela não é a vilã, é a vítima.
Quando esse movimento e todo esse bairrismo se estender em defesa da cultura maranhense, da nossa cidade, do nosso estado, prometo fazer da camisa do Flamengo uma bela fantasia para brincar bumba-meu-boi. Depois, com ela, esfregar  o chão e lavar  a alma e o orgulho do povo maranhense, cantando: "Maranhão, meu tesouro, meu torrão..."

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Brasil devassado

 

Sem um satélite próprio, o País depende de estrangeiros para proteger suas riquezas, fluir informações militares e até controlar o tráfego aéreo

Claudio Dantas Sequeira

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Apesar dos avanços e recuos, uma das prioridades do governo brasileiro é reaparelhar as Forças Armadas. Pelos planos, em breve o Brasil ganhará um submarino de propulsão nuclear para patrulhar a costa, em especial a região do pré-sal, um grupo de caças de quinta geração para proteger o espaço aéreo do país; e armamentos de última geração para equipar os soldados que monitoram a porosa fronteira brasileira. Como em qualquer país com um poderio militar moderno, o plano do governo prevê que toda a comunicação entre as três forças seja feita via satélite, permitindo a troca rápida e segura de informações. Na teoria, a estratégia de defesa brasileira parece não ter falhas graves e obedece aos procedimentos das melhores forças armadas do mundo. Na prática, no entanto, existe um nó difícil de ser desatado e que, em tese, compromete todo o investimento bilionário que o País se prepara para fazer.

Ao contrário das principais nações desenvolvidas e emergentes do mundo, o Brasil não tem controle nem ao menos sobre um dos quase mil satélites que estão em órbita no mundo hoje. A Índia, por exemplo, tem seis deles dedicados a ela e a China, outros 60. Hoje, todas as informações brasileiras que trafegam pelo espaço – sejam elas militares, governamentais ou de empresas privadas nacionais – passam por satélites privados, controlados por uma única empresa, a Star One, do bilionário mexicano Carlos Slim. Na prática, o Brasil é um simples locador de um retransmissor espacial que tem como função principal gerar lucros para o seu dono. Em uma situação de conflito, seja ele militar ou econômico, em última instância o locador tem o poder de simplesmente cortar o sinal do satélite, fazendo com que todo o moderno aparato militar que o País pretende adquirir se torne completamente inútil.

Desde que o Brasil perdeu o controle sobre seus satélites, com a privatização da Embratel em 1998, nenhum caso semelhante ocorreu. Mas o que preocupa especialistas brasileiros em segurança é a mera possibilidade de que isso venha a acontecer. “Não há como negar, é uma ameaça à segurança nacional”, diz o engenheiro José Bezerra Pessoa Filho, do Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE) e ex-diretor da Associação Aeroespacial Brasileira (AAB). Sua opinião é compartilhada por diversos analistas e autoridades. “São informações fundamentais para a proteção de milhares de pessoas”, afirma Thyrso Villela, diretor de Satélites, Aplicações e Desenvolvimento da Agência Espacial Brasileira (AEB).

A dependência a satélites estrangeiros não é um problema restrito à área militar. O governo também depende da boa vontade alheia, ao custo de vários milhões de dólares, para obter dados meteorológicos vitais para a prevenção de desastres naturais como enchentes, furacões e tempestades tropicais. Ficam ameaçadas também a transmissão de dados bancários e as comunicações sobre tráfego aéreo, que em poucos anos terá de ser feito via satélite, conforme determina o padrão internacional. Algumas vozes argumentam que os contratos comerciais firmados pelo governo com empresas de satélites, como a Star One que comprou a Embratel, contêm salvaguardas que garantem a prestação do serviço. Nesse sentido, o descumprimento das cláusulas contratuais prevê multas milionárias. No entanto, numa situação extrema, seja de guerra ou de catástrofe natural, quem vai pagar a fatura pela perda de vidas humanas? O histórico recomenda cautela.
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FRUSTRAÇÃO
A base de Alcântara, no Maranhão, foi destruída após
tentativa de lançamento de foguete pelo governo brasileiro

Ao menos em duas ocasiões o Brasil sofreu os efeitos da dependência. Em 1982, durante a Guerra das Malvinas, um dos satélites meteorológicos que fornecia imagens para o governo foi reposicionado pelos Estados Unidos e deixou de fornecer informações sobre o clima em todo o Hemisfério Sul durante dois meses. Em 2005, por conta do furacão Katrina, os americanos precisaram usar toda a potência de varredura de seus satélites para rastrear o fenômeno, reduzindo a frequência das imagens da América do Sul e do Brasil. “Se fossemos atingidos naquela época por um evento da magnitude do ciclone Catarina, que varreu a região Sul em 2004, ficaríamos no escuro”, afirma Villela, da AEB.

A história de dependência começou com a privatização do sistema Telebrás, em 1998. A Embratel, que operava os satélites BrasilSat, passou às mãos da americana Verizon e depois da América Movil, do magnata mexicano Carlos Slim, dona da Star One. Embora fossem satélites comerciais, o governo brasileiro detinha dois transponders de banda X, exclusivos para comunicações militares, instalados nesses satélites. Com a privatização da estatal, todo o controle passou para as mãos privadas.

Há, logicamente, salvaguardas pelas quais a operação desses satélites é feita somente por brasileiros. Mas os militares não têm controle sobre esses equipamentos, não podem desligar o satélite ou mudar sua posição. “As salvaguardas servem para mitigar o problema da soberania”, reconhece o coronel da reserva Edwin Pinheiro da Costa, chefe da seção de Telemática do Ministério da Defesa e responsável pelo Sistema de Comunicações Militares (Siscomis). Vale lembrar que a Verizon foi arrolada nos EUA numa polêmica sobre fornecimento de dados telefônicos de seus clientes ao FBI e a agências de inteligência do governo.

Uma das diretrizes da Estratégia Nacional de Defesa (END) é o desenvolvimento do Satélite Geoestacionário Brasileiro, o SGB. Para tirar o projeto do papel é preciso empenho político e recursos financeiros. Uma das tentativas é construir um foguete próprio capaz de lançar o satélite brasileiro. As primeiras tentativas terminaram com a destruição da Base de Alcântara, no Maranhão, após a explosão de um protótipo. O mais próximo que o Brasil chegou para voltar a ter satélites próprios foi uma minuta de intenções para firmar uma parceria com a França. No entanto, as negociações para que o acordo saia estão paradas há dois anos. Enquanto isso, todo o sistema de comunicações do País continua nas mãos do bilionário Carlos Slim.
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Istoé N° Edição: 2166 | 13.Mai.11               

Espetáculos franceses misturam dança, circo e música no TAA


Em comemoração ao aniversário de 194 anos do Teatro Arthur Azevedo, São Luís vai receber os espetáculos “Out of Lines” e "Pequenas Peças" apresentado por malabaristas-dançarinos internacionais, da Companhia Sens Dessus – Dessous (França), nesta quarta-feira (01), no TAA. A dupla faz da corda o objeto central do espetáculo, brincando com a imaginação dos espectadores.

Com jeito de circo e magia do malabares, o espetáculo sugere “personagens-cordas”, que surpreendem com formas inesperadas e criam um universo de ilusão. O espetáculo começa às 20h e tem duração de 40 minutos. Antes, se apresentam Petites pièces (Pequenas Peças), espetáculo que dura apenas 5 minutos e misturam dança, ilusionismo e música.

A entrada é gratuita com retirada de ingresso na bilheteria do Teatro Arthur Azevedo uma hora antes do espetáculo (a partir das 19h). Mais informações pelo telefone (98) 3218-9900.

Oficina

Paralelamente, será realizado também uma oficina de formação às técnicas do novo circo, com a Cia Sens Dessus Dessous, na tarde do dia 31 de junho, no Teatro Arthur Azevedo, para malabaristas-dançarinos locais (SL) já especializados nessa disciplina. Corpo limitado a 20 pessoas. Para mais detalhes, entre em contato com o Teatro Arthur Azevedo: (98) 3218-9900.

ServiçoEspetáculos "Petites pièces" e "Out Of Lines"
Data: quarta-feira (01), às 20h
Local: Teatro Arthur Azevedo (Centro de São Luís)
Entrada gratuita. Produção: Aliança Francesa/MA

domingo, 29 de maio de 2011

Projeto de revegetação do Rio Preguiças será lançado

Projeto de revegetação do Rio Preguiças será lançado



O projeto Revegetação das Nascentes do Rio Preguiças, iniciativa do Instituto de Agronegócios do Maranhão (Inagro), será lançado terça-feira (31), às 10h, no salão de eventos da Federação das Indústrias do Estado do Maranhão (Fiema), em São Luís.

Com o patrocínio da Petrobras, por meio do Programa Petrobras Ambiental, o projeto vai criar condições de elevação do lençol freático, estancar o processo de degradação e assegurar a perenidade do Rio Preguiças, além de promover ações de educação e gestão ambientais.

O Inagro é a instituição responsável pela concepção e realização do projeto, que será desenvolvido nas nascentes do Rio Preguiças, na divisa dos municípios de Santana do Maranhão, Barreirinhas e Santa Quitéria.

Para a solenidade, terça-feira, estão convidados profissionais ligados à Educação Ambiental com foco na conservação de recursos naturais, especialmente, autoridades federais, estaduais e municipais, especialistas, professores e estudantes universitários, secretários de estado e municipais, políticos e a gestora do projeto Thais Dutra, responsável pelos Programas Ambientais da Petrobras no Rio de Janeiro.

De acordo com o coordenador do projeto, engenheiro Agrônomo Francisco Soares, serão desenvolvidas ações como: construção de um viveiro de mudas, produção de 43 mil mudas de espécies nativas, construção de oito quilômetros de cercas, plantio de 40 mil mudas em uma área de 35 hectares, realização de três treinamentos evidenciando a educação ambiental e dois seminários para divulgar o Projeto.

As espécies nativas a serem usadas na revegetação são arbóreas. “A área ficará sem a presença de animais domésticos e a vegetação herbácea cobrirá totalmente o solo, protegendo o mesmo contra a erosão”, afirmou Francisco Soares.

Durante a vigência do projeto, o Inagro manterá um técnico de nível médio, da área de ciências agrárias residindo na área das nascentes do Rio Preguiças para acompanhar a implantação as etapas das ações. O projeto contará com a parceria da Universidade Estadual do Maranhão (Uema) que disponibilizará os seus professores e pesquisadores para contribuírem com os seus conhecimentos no desenvolvimento sustentável das ações a serem realizadas.

Prefeitura limpa monumentos com equipamento especial de alta pressão



A Prefeitura de São Luís, por meio das secretarias municipais de Turismo (Setur) e de Obras e Serviços (Semosp), realizou esta semana, na Praça Benedito Leite, a primeira etapa da limpeza em pontos turísticos, utilizando um equipamento especial de lavagem em alta pressão hidrotérmica. A iniciativa é mais uma medida adotada pelo projeto de revitalização do Centro Histórico da capital, desenvolvido pela Prefeitura, por meio do projeto “Aliança pelo Centro Histórico”.
O secretário municipal de Turismo, Liviomar Macatrão, afirmou que a lavagem é apenas o início de uma série de intervenções do gênero, no centro histórico, e que alcançará praças, escadarias, ruas, casarões, entre outros prédios e monumentos. “Quem passar pela Praça Benedito Leite perceberá acentuada melhora e a população, que ama o Centro Histórico, assim como o turista, terá uma vista mais agradável deste monumento”, frisou Macatrão.
A Aliança pelo Centro Histórico tem o objetivo de implantar um sistema de gestão compartilhada (poderes público, privada e sociedade civil) para monitorar e realizar serviços urbanísticos, culturais, funcionais e sociais. Além da lavagem especial, outras ações agregarão ao projeto municipal, como iluminação artística de monumentos, apresentações culturais, limpeza periódica nas vias, disponibilização de lixeira e agentes de limpeza fixos nas 24 ruas do circuito, obras sociais e assistenciais.
O responsável pela empresa que faz a limpeza, Fábio Marques, explicou que a empresa atende todos os requisitos pra efetuar a atividade e exalta a capacidade do maquinário. “Trabalhamos com água quente, com produtos específicos para cada situação, com pressão entre mil e quatro mil libras, atendendo às normas do Iphan”, disse.
Esse mesmo equipamento utilizado em São Luís (máquinas da marca Kasher) já fizeram trabalhos similares no Cristo Redentor, Colunas de Roma e no Monte Rushmore, nos Estados Unidos, entre outros pontos turísticos mundiais.

O Centro Histórico tem 107 mil metros quadrados de área urbana tombada pelo Patrimônio Histórico Nacional, envolvendo cerca de 1.200 edificações, constituindo-se no mais extenso e valioso conjunto de arquitetura colonial portuguesa do século 19.
Ações – Existem outras ações da Setur produzidas especificamente para melhorar e movimentar o Centro Histórico, como o projeto “Cores de São Luís”, que já teve sua ordem de serviço assinada, visando à recuperação de todo o quadrilátero da Feira da Praia Grande, com pintura, recuperação da cobertura e das instalações elétricas e hidrossanitárias, melhorias de calçamento, iluminação cenográfica, exposição de placas de sinalização e posto de informações turísticas.

São Luís é o tema do samba-enredo da Escola de samba Beija-Flor em 2012


A escola de samba Beija-flor de Nilópolis desfila na Sapucaí, no Rio de Janeiro
Wilton Júnior/AE

Fonte: O Imparcial

São Luís – com sua história, suas lendas, suas artes – servirá de tema ao enredo da escola de samba Beija-Flor de Nilópolis, em 2012, ano do quarto centenário da cidade. A escola carioca, campeã do desfile do Rio de Janeiro neste ano, lançará oficialmente o enredo nesta quarta-feira (1), com a presença dos secretários de Estado da Cultura, do Turismo e de Comunicação do Maranhão. Os grupos folclóricos locais Boi Barrica e Boi Unidos de Santa Fé farão, respectivamente, a abertura e o encerramento do evento na quadra da Beija-Flor.

De acordo com Sérgio Macedo, titular da pasta de Comunicação do Estado do Maranhão, a aproximação entre a escola de samba e o secretariado maranhense se deu por intermédio de amigos da governadora Roseana Sarney, os quais, sendo próximos da diretoria da Beija-Flor, lhe transmitiram a informação de que a escola cogitava três possíveis temas para o próximo ano: Angola (país africano de língua portuguesa), Ceará e Maranhão. A conveniência publicitária, turística e cultural dos 400 anos de São Luís levaram a governadora a buscar aproximação com os carnavalescos, o que se deu por meio de Macedo, tendo contato direto com Luis Fernando do Carmo, o Laíla, diretor de carnaval da escola.

Em entrevista a O Imparcial, Laíla contou que seu interesse por São Luís vem de décadas atrás. “Em 1974, no Salgueiro, eu e Joãosinho Trinta havíamos feito um enredo que tinha São Luís como tema”, conta o carnavalesco, referindo-se a Rei de França na Ilha da Assombração, enredo campeão do carnaval carioca naquele ano. “Fiquei impressionado com a riqueza da cultura maranhense, que é algo desconhecido no resto do Brasil. Já era hora de fazermos esse enredo”, afirma.

Laíla esteve em São Luís duas vezes este ano: em março, para ter conversas preliminares com Sérgio Macedo, e neste mês, quando, acompanhado do carnavalesco Fran Sérgio e da pesquisadora Bianca Behrendes, reuniu-se com artistas, estudiosos e representantes de grupos folclóricos do Maranhão. A reunião se deu no Palácio dos Leões e durou cerca de uma hora. Ao longo dos quatro dias em que permaneceu aqui, a equipe percorreu pontos históricos da cidade, tendo como guia, na maior parte das vezes, o estilista Chico Coimbra.


‘Sem estímulo financeiro’, diz Macedo
O secretário de Estado de Comunicação, Sérgio Macedo, afirma que o governo não irá patrocinar o enredo da Beija-Flor. “Mesmo se fôssemos dar algum auxílio, seria um valor muito acima desses R$ 8 milhões”, afirma, contrariando a versão não oficial de que teria sido esse o valor pago à Beija-Flor. No entanto, a princípio a doação não fora descartada: ocorreu, apenas, que os orçamentos das secretarias de Cultura, Turismo e Comunicação já estavam fechados e, assim, não poderiam cobrir esse item. Em seguida, cogitou-se patrocínio por meio de convênio com parceiros do governo estadual, como o São Luís Convention Bureau, mas tal possibilidade mostrou-se igualmente inviável.

“Em termos do que o Maranhão ganha em divulgação de sua cultura, seria até justo pagar algo. Serão, de junho a fevereiro do próximo ano, nove meses de superexposição do nosso estado. Imagine o que será o turismo daqui no São João de 2012”, comenta o secretário. O diretor de carnaval da Beija-Flor, Laíla, também nega o auxílio. “Nós não temos patrocínio nenhum do estado do Maranhão e conseguiremos apoio de empresas privadas”, diz. Tais empresas seriam aquelas que, investindo no Maranhão, têm interesse na divulgação de sua imagem. O governo do Maranhão auxiliaria na mobilização do empresariado.

A São Luís da Beija-Flor

Três coroas lutam pelo desconhecido
De acordo com a sinopse do enredo apresentada ao governo do Maranhão, a Beija-Flor de Nilópolis irá enfatizar o processo inicial de colonização de São Luís, por um lado, e, por outro, a presença do negro na cultura maranhense, refazendo-lhe a história desde os navios negreiros. A escola descreve São Luís nos termos de algo “desconhecido disputado por três coroas”, em referência às nações portuguesa, francesa e espanhola. Essa mescla é que a escola pretende pôr na avenida, mas, segundo seus carnavalescos, sem “carnavalizar” a cultura maranhense, buscando mostrá-la íntegra, e não diluída em samba.

Homenageados
Como de praxe, a Beija-Flor irá homenagear personagens culturais que, expressivas, relacionem-se com o enredo. Assim, pelo menos sete maranhense já foram cogitados, sendo que dois deles seriam levados para a avenida: a cantora Alcione e o carnavalesco Joãosinho Trinta. Entre os falecidos, pensa-se recordar as obras do romancista Josué Montello e do compositor João do Vale. Haveria ainda reverências ao poeta Ferreira Gullar, ao músico e compositor Zeca Baleiro e a Mestre Apolônio, do Boi de Floresta. Embora ainda sem confirmação, é provável que o Boi Unidos de Santa Fé esteja entre os homenageados.

Uma ala para o boi

Inevitavelmente, o bumba meu boi receberá destaque no desfile da Beija-Flor. Dado o compromisso de ser fiel às tradições maranhenses, a escola não pretende desenvolver coreografias com base na dança junina, mas, sim, levar um grupo de bumba meu boi maranhense para dentro da avenida. A ideia inicial é a de que uma ala da escola seja inteiramente composta por um batalhão original de brincantes. A isso, soma-se a iniciativa de instalar dois barracões da escola em São Luís, possivelmente no Bairro de Fátima, para que neles sejam produzidas fantasias com acompanhamento direto de bordadeiras, estilistas e folcloristas locais.

sábado, 28 de maio de 2011

4º Líder Nordeste reunirá jovens empreendedores esta semana em São Luís

4º Líder Nordeste reunirá jovens empreendedores esta semana em São Luís




Para estimular o jovem empreendedor e promover a troca de experiências e possibilitar futuros negócios, São Luís sediará nos dias 1, 2 e 3 de junho, no Hotel Luzeiros, a quarta edição do Líder Nordeste, que terá como tema "Empreendedorismo 2.0: o empreendedor sustentável".

"A sustentabilidade não é somente um conceito deslocado, deve ser encarada como uma prática fundamental dos negócios como forma de manter como prioridade a preocupação com o meio ambiente", explicou um dos organizadores e presidente da Associação de Jovens Empresários do Maranhão (AJE/MA), Rafael Sombra.

O evento pela primeira vez será realizado na capital maranhense e, segundo Rafael Sombra, é o casamento perfeito com o crescimento do estado. "O empreendedorismo já não é mais uma competência exigida apenas no mundo dos negócios", destacou. Segundo ele, na atualidade, percebe-se que os valores empreendedores - como iniciativa, comprometimento, metas, planejamento, relacionamento, aprendizagem contínua, persistência, criatividade e inovação - são pilares importantes em outros setores. "São valores que devem estar presentes na pesquisa científica, no estudo escolar e universitário, na política, no voluntariado, na comunicação, no esporte, no serviço público, no chão de fábrica, enfim, em todos os segmentos da atividade humana", completou o empresário.


AJE - Para a edição 2011, a AJE/MA assumiu o compromisso de realizar o evento, com alto nível de estrutura, e uma vasta programação: com palestras de gestores e especialistas experientes de renome regional e nacional, oficinas, exposições e momentos de networking, confrontando jovens empreendedores e futuros líderes com as tendências e diversas perspectivas do mercado.

Estima-se a presença de mais de 1.000 pessoas durante os três dias. Uma das palestras mais aguardadas é a do prefeito de Rio do Sul (SC), Milton Hobus, com o tema "Caso de sucesso especial: líder político empreendedor".

Também já está confirmada a mesa-redonda "Empreendedorismo Sustentável" com Nílson Ferraz, diretor de operações da Alumar, e a palestra "O Líder Dos Novos Tempos" com o sócio-diretor do Instituto de Coaching Aplicado (ICA), Goiânia (GO), Alexandre Prates, que também vai lançar o livro "A Reinvenção do Profissional".

- O Líder Nordeste surgiu no Ceará no ano de 2008 com o objetivo de reunir jovens empresários de toda a região e mostrar as potencialidades daquele estado. É um evento de grande expressão no meio empreendedor, reunindo futuros líderes e capacitando-os a assumir novos desafios.

- O evento, que pela primeira vez será sediado em São Luís, receberá jovens empresários, executivos e autônomos de todos os segmentos; estudantes de graduação e pós-graduação; entidades e especialistas relacionados ao Empreendedorismo; membros dos Governos Estadual e Municipais; instituições de ensino; jovens lideranças públicas e da sociedade civil e caravanas de empreendedores dos nove estados nordestinos e todo o Brasil.

- A programação do evento está disponível no endereço: www.ajema.com.br/lidernordeste2011

- A inscrição só é feita pelo endereço acima.

Obras da ACS estão estimulando o crescimento da cidade de Alcântara

Obras da ACS estão estimulando o crescimento da cidade de Alcântara


Bruna Castelo Branco

Da Equipe de O Estado

As obras da empresa binacional Alcântara Cyclone Space (ACS), iniciadas em setembro do ano passado, começam a apresentar os primeiros resultados, não só na construção do sítio de lançamento que proporcionará o lançamento do foguete Cyclone-4, mas também na economia do município alcantarense. A obra, apresentada com exclusividade a O Estado, realizada pelas empresas Odebrecht e Camargo Correa, encontra-se na fase de supressão vegetal e terraplenagem. Nesta etapa, conta com a mão de obra de 169 trabalhadores - 75 são do município de Alcântara, 17 de São Luís e 17 de outras cidades maranhenses. Esses números devem ser ampliados até setembro de 2011, onde está previsto um total de 631 contratações entre atividades como armador, carpinteiro, eletricistas, encanador, pedreiros, torneiros mecânicos, operador de caminhão, entre outras.

No canteiro de obras da estrutura da ACS, mostrado pela primeira vez a uma equipe de reportagem brasileira, os trabalhos foram intensificados, pois a construção sofreu um atraso significativo devido ao período chuvoso. Quando chove, é inviável dar continuidade aos serviços de supressão vegetal, por questões de segurança. Os trabalhadores não podem permanecer dentro da área por riscos de raios e, com a vegetação molhada e escorregadia, não é possível o uso de equipamentos como motoserras, por riscos de acidentes. "Se o período de chuvas não tivesse sido tão intenso, nossa obra estaria mais adiantada. Tivemos um atraso de quase seis meses", avaliou Josildo Portela, gerente socioambiental da ACS.

Como as chuvas estão em fase de finalização, a empresa realiza algumas intervenções para ampliar a contratação de mão de obra. Entre as prioridades está a construção de alojamentos destinados aos trabalhadores. A intenção da ACS é tentar recuperar o atraso agora no segundo semestre e cumprir o cronograma de finalização dos serviços, previstos para outubro do próximo ano. "As chuvas atrapalharam, mas iremos intensificar agora no segundo semestre e pelos nossos cálculos iremos conseguir cumprir o nosso cronograma", completou.

As atividades de supressão vegetal, de terraplenagem, de exploração de jazidas de laterita seguem as recomendações do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) e os Programas de Gestão Ambiental da ACS para as medidas de controle para mitigar os impactos ambientais no meio físico, no meio biótico e no meio socioeconômico. Na supressão vegetal, estão alocadas equipes especializadas nas coletas de germoplasma e da fauna, durante as atividades de desmatamentos.

Atualmente, na área do ACS, a obra dá continuidade aos serviços de terraplenagem e supressão vegetal. No local, também tem viveiro de mudas onde estão sendo cultivadas espécies para serem replantadas.

Onde hoje é apenas um imenso canteiro de obras será o mais moderno complexo de lançamentos do Brasil, com capacidade para realizar lançamentos de foguetes de até 40 metros que é o caso do Cyclone-4, cuja primeira experiência também está prevista para o próximo ano.

A empresa é constituída por quatro conjuntos de construções. No complexo técnico, será o espaço onde o foguete e os satélites serão montados antes do lançamento, o complexo de lançamento, complexo de processamento e a área de armazenamento e o posto de comando, onde ficarão armazenados os propelentes do foguete. Enquanto o Brasil realiza as estruturas físicas, a Ucrânia desenvolve a construção do modelo do foguete. A perspectiva da empresa é que após o lançamento e certificação do foguete, o ritmo de lançamentos chegue a seis por ano em operações comerciais.


Contratações - Até o fim da construção, prevista para outubro de 2012, as contratações devem chegar a mais de mil, entre empregos temporários e fixos. "A quantidade de pessoas trabalhando aqui deve chegar a 1.300 pessoas, isso contando técnicos da empresa e da Ucrânia e a mão de obra contratada. A prioridade será a mão de obra local", explicou o gerente socioambiental Josildo Portela.

As contratações já estão acontecendo, mas devem aumentar após o início dos cursos de capacitação que serão oferecidos em Alcântara, fruto de um convênio entre a ACS e o Ministério do Trabalho. Os cursos serão nas áreas de pedreiro, carpinteiro, armador, eletricista industrial, eletricista predial, pintor e encanador e devem ser iniciados no segundo semestre. "No início de junho, será licitada a instituição que irá oferecer os cursos que irão capacitar pessoas da comunidade alcantarense e são áreas de trabalho que a empresa necessita", contou Josildo Portela.

Na sede da cidade, a economia também começa a se movimentar após a chegada de técnicos do Consórcio ACS. Desde o início das construções, a ACS locou um total de 20 imóveis que chegam a um gasto de R$ 58.200,00 mensais. O comércio local também é prioridade para a empresa binacional, onde são adquiridos materiais elétricos e hidráulicos, limpeza, escritório, infraestrutura de Internet e Televisão, farmácia, material de higiene pessoal, estrutura de lanchonetes e restaurantes, reparos mecânicos, borracharia, reparos elétricos, entre outros. "Nós temos alguns estabelecimentos cadastrados em Alcântara. Nossa prioridade é sempre o comércio local. Só se não tem em Alcântara é que buscamos de fora. A gente percebe que o comércio local se modificou um pouco para atender. Nós temos 160 pessoas hospedadas em hotéis. A chegada delas já causou uma mudança. Alcântara tem 21 mil habitantes, e a maioria fica nas áreas rurais", frisou Portela.

Além disso, a empresa ainda apóia projetos educativos, a exemplo do "Programa de Educação Patrimonial", idealizado pelo Instituto de Patrimônio Histórico Nacional (Iphan) que será aplicado nas escolas para que os alunos conheçam e valorizem a cidade. Em breve, devem ser iniciadas as atividades do Centro Cultural de Alcântara que funcionará no prédio tombado pelo Patrimônio Histórico, conhecido como Cavalo de Troia. No espaço, deverão funcionar várias atividades voltadas para a população como apresentações teatrais e musicais.


Foguete




A Ucrânia é projetista de 67 tipos de sistemas de satélites e de 12 sistemas de lançamentos espaciais incluindo uma série de mísseis balísticos intercontinentais, dentre eles o SS-18 e a família de VLs: Kosmos, Dnepr, Zenit e Cyclone. Projetou, também, 17 tipos de motores de foguete e sistemas de propulsão de satélites.

O Cyclone-4, que será lançado a partir do sítio no Maranhão, vem de uma série desenvolvida desde 1969 e teve 227 lançamentos, dos quais 222 foram bem-sucedidos, apenas cinco tiveram problemas de inserção de órbita, mas sem nenhum acidente. O Cyclone-4 possui 40 metros de comprimento. Sua construção foi orçada em US$ 50 milhões e hoje ele é o mais avançado veículo da série Cyclone e incorpora mais de 40 anos de desenvolvimento tecnológico.


Mão de obra contratada




Alcântara - 75

São Luís - 17

Demais cidades do MA - 17

Outros estados - 60

Total: 167 pessoas

Previsão de contratações até setembro de 2011: 631


Empregos oferecidos pela ACS




Ajudante de serviços diversos - 234 vagas

Armador - 44 vagas

Carpinteiro - 72 vagas

Eletricista de Manutenção II - 5 vagas

Encarregado de Produção - 43 vagas

Encanador - 2 vagas

Encanador industrial - 1 vaga

Mecânico Industrial - 6 vagas

Mecânico e montador de Estruturas Tubulares - 1 vaga

Montador de Formas Metálicas - 11 vagas

Oficial de Construção Civil-Bivalente - 33 vagas

Oficial Especial de Montagem - 3 vagas

Operador de Bomba de Alta Pressão - 1 vaga

Operador de Bomba de Concreto - 2 vagas

Operador de Caminhão Betoneira - 4 vagas

Operador de Caminhão Leve - 7 vagas

Operador de Central de Concreto - 1 vaga

Operador de Compressor de Ar - 1 vaga

Operador de Esteira Transportadora - 1 vaga

Operador de Guindaste - 1 vaga

Operador de Guindauto - 4 vagas

Operador de Instalação Industrial - 2 vagas

Operador de Retroescavadeira - 26 vagas

Operador de Vibrador de Concreto - 32 vagas

Pedreiro - 71 vagas

Soldador de Armação - 20 vagas

Soldador de Estrutura Metálica - 1 vaga

Soldador de Manutenção - 1 vaga

Torneiro Mecânico - 1 vaga

Total: 631 vagas

Viva São João!

Viva São João!


Carla Melo

Do Alternativo

Em junho, São Luís se veste de festas. É que a cidade se prepara com esmero para a chegada de uma das temporadas mais animadas do ano, o São João. Com arraiais espalhados pelos quatro cantos da Ilha, é hora de ouvir os sons das matracas, pandeirões e tambores, cujas sonoridades servem para celebrar Santo Antônio, São João, São Pedro e São Marçal.

Há menos de uma semana para o início do mês dedicado aos santos, grupos se preparam para dar início a uma festa, que, na verdade, já começou. Os inúmeros ensaios dos bumbas meu boi, quadrilhas e as mais variadas danças típicas do período têm início, tradicionalmente, depois da celebração da Semana Santa. Mas são as apresentações pelos terreiros que encantam moradores e turistas, que aproveitam esta época do ano para visitar a cidade.


Vila Junina - Um dos mais esperados arraiais desta época, o do Sistema Mirante, este ano vem com um formato diferenciado. Batizado de Vila Junina, o arraial será inaugurado dia 18 de junho, no estacionamento do São Luís Shopping (Jaracati) e prosseguirá até o dia 29. Este ano, o terreiro terá o patrocínio do Governo do Estado, São Luís Shopping, Ambev/Brahma e o Armazém Paraíba (em cota com a Vivo).

Com uma ambientação inspirada nas festas juninas do interior do Maranhão, a Vila terá um espaço de sete mil metros quadrados no qual serão instaladas 12 barracas (que serão administradas por estudantes universitários). O espaço Mirante FM, que trará o tradicional forró pé-de-serra comandado por DJs e por forrozeiros consagrados, além do Espaço Mirante; da barraca dos patrocinadores e de áreas de vivências. O destaque, no entanto, ficará por conta da ambientação do lugar. Assinado por Iguaracira Sampaio, o arraial foi pensado nos moldes de uma pequena cidade do interior. Na cidade cenográfica não ficou de fora a igreja, enfeitada com os santos da época, o larguinho que dispõe de bancos para os presentes e até mesmo uma charmosa casa de farinha (com direito à preparação do alimento no local) será montada no espaço a fim de torná-lo o mais próximo possível das antigas vilas interioranas. “Nossa intenção é resgatar esta cultura que ficou um pouco de lado, é trazer a população para reviver a infância no interior, já muita gente que mora em São Luís vem de cidades interioranas, além de oferecer ao turista algo diferente de outros arraias montados na cidade”, destaca a coordenadora de eventos da Mirante, Cristina Almeida.

Ao todo, serão 90 atrações durante os 12 dias de arraial, sendo, em média, sete apresentações por noite. As manifestações poderão ocupar um dos dois espaços destinados para esta finalidade. No palco serão realizados os shows de artistas locais enquanto que, no tablado, se apresentarão os grupos folclóricos.


Maria Aragão – Este ano, somente no Arraial da Praça Maria Aragão deverão se apresentar, de acordo com o Coordenador de Eventos da Fundação Municipal de Cultura, Fernando Oliveira, cerca de 250 atrações em 33 dias de programação. Por lá, passarão grupos de bumba meu boi dos sotaques de matraca, orquestra, zabumba e baixada, além de grupos de cacuriás, quadrilhas, danças portuguesas, do coco e shows com artistas maranhenses.

A abertura oficial do terreiro para a temporada será dia primeiro de junho e a festança será finalizada dia 3 de julho. O arraial da Maria Aragão existe há quatro anos e, embora não seja o único, concentra a maior parte da programação oficial da Prefeitura de São Luís que este ano destinou algo em torno de R$ 3 milhões para serem investidos no São João.

Ao todo, serão instaladas na praça 29 barracas destinadas à venda de comidas típicas como arroz de cuxá, Maria Izabel, canjicas, mingau de milho, além de bebidas. Fora o palco principal, que este ano ficou maior e mais alto, será instalado um barracão de forró que funcionará aos fins de semana e também nas vésperas dos feriados. O arraial funcionará de segunda a sexta-feira, das 19h às 24h e aos sábados e domingos das 18h à 1h.

Além de sua programação tradicional, a organização do evento destinou as primeiras horas de funcionamento do terreiro nos fins de semana para as crianças e adolescentes.

Arraial da Liga levará brincadeiras à Lagoa

Reunindo 17 grupos de bumba-meu-boi com representantes de todos os sotaques, o Arraial da Liga de Bumba meu boi do Maranhão montará seu terreiro na Lagoa da Jansen entre os dias 17 a 29 de junho.

Com cerca de 14 barracas que ficarão sob a responsabilidade de grandes restaurantes de São Luís, o cardápio não foge à tradição. Privilegiando as comidas típicas, os barraqueiros do arraial da Liga aposta ainda em um diferencial: o atendimento. “Por se tratar de pessoas experientes, que dispõem de equipes especializadas é possível oferecer um atendimento de grande qualidade”, destaca o presidente da Liga, o cantador Lobato.

Famoso por privilegiar em sua programação as apresentações de grupos de bois, o terreiro receberá, por noite, entre sete e oito atrações. O terreiro será aberto às 19h e a programação prosseguirá até a 1h. “Já fazemos o arraial, com o apoio do deputado Ricardo Murad, há cinco anos e sempre tivemos bons resultados. É um local no qual os turistas têm bom atendimento e a programação reúne artistas locais e muitos grupos de boi, inclusive os que não integram a liga”, destaca Lobato.

Ele ressalta que o arraial já integra o calendário festivo da cidade. “Já estamos com a programação adiantada e o que podemos dizer é que a festa será muito boa”, informa. Com tantas opções, é hora de separar as matracas, aquecer os pandeirões e balançar os maracás. Afinal, o São João vai começar!

Por dentro do bumba-meu-boi

Boi de Nina Rodrigues
Tradição de mais de duzentos anos, o auto do bumba-meu-boi conta a história do peão Pai Francisco que, para satisfazer o desejo de sua esposa Catirina, grávida e desejosa de comer a língua do boi, mata o animal mais bonito e de maior estima de seu patrão. Com esse enredo, desenvolve-se a teatralização. O historiador Carlos de Lima (1920-2011) traça o perfil dos principais personagens do auto e dos principais sotaques (estilos) dos grupos de bumba-meu-boi.

Sotaques

Matraca - é o mais popular e com maior numero de grupos no estado.

O instrumento que dá nome ao sotaque é composto por dois pequenos pedaços de madeira, o que motiva os fãs de cada boi a engrossarem a massa sonora de cada "Batalhão". Além das matracas, são usados pandeirões e tambores-onça (uma espécie de cuíca com som mais grave). Na frente do grupo fica o cordão de rajados, cablocos de fitas, índias, vaqueiros e caboclos de pena.
Zabumba - Ritmo original do Bumba-meu-boi, este sotaque marca a forte presença africana na festa. Pandeirinhos, maracás e tantãs, além das zabumbas, dão ritmo para os brincantes. No vestuário, destacam-se golas e saiotas de veludo preto bordado e chapéus com fitas coloridas.
Orquestra - Ao incorporar outras influências musicais, o Bumba-meu-boi ganha neste sotaque o acompanhamento de diversos instrumentos de sopro e cordas, como o saxofone, clarinete e banjo. Peitilhos (coletes) e saiotes de veludo com miçangas e canutilhos são alguns dos detalhes nas roupas do brincantes.
Baixada - Embalado por matracas e pandeiros pequenos, um dos destaques deste sotaque é o personagem Cazumbá, uma mistura de homem e bicho que, vestido com uma bata comprida, máscara de madeira e de chocalho na mão, diverte os brincantes e o público.
Costa de Mão - Típico da região de Cururupu, ganhou este nome devido a uns pequenos pandeiros tocados com as costas da mão. Caixas e maracás completam o conjunto percussivo. Além de roupa em veludo bordado, os brincates usam chapéus em forma de cogumelo, com fitas coloridas e grinaldas de flores.

Os personagens


O Boi – Armação de varas ou cavernas, coberta com buriti e recoberta de veludo bordado, chamado “couro”, que se constituem em obras primas de arte e artesania. A cabeça é esculpida em madeira e os chifres recebem ponteiras de ouro ou metal amarelo.
Amo – É o comandante da festa, personificando o dono da fazenda, o latifundiário, o “coronel”. Usa o traje mais rico e espetacular. Com um apito dirige o espetáculo. Muitas vezes acumula as funções de cantador.
Cantador – É a pessoa mais importante depois do Amo, quando tais funções não se fundem em uma só pessoa.
Vaqueiros e rapazes – São os elementos que compõem o cordão, isto é, as fileiras de brincantes. Conforme o sotaque (estilo) diferenciam-se os trajes e o número de participantes, variando a suntuosidade de acordo com a categoria de cada um.
Pai Francisco, Negro Chico ou Preto Velho – É o cômico do espetáculo, um pobre agregado da fazenda, de roupas velhas, mascarado, a quem cabe a parte engraçada do auto, e que leva o público às gargalhadas.
Mãe Catirina, ou simplesmente Catirina – É a mulher do Chico, pivô da questão-tema. É sempre um homem vestido de mulher, o que torna mais hilariante o personagem.
O Doutor – É o médico, ou o curandeiro, ou o pajé. Completa a pantomima com suas tiradas histriônicas e sua exótica terapêutica.
Índias – Em número variável, são interpretadas por moças vestidas a caráter, isto é, com cocares, golas, braçadeiras, pulseiras, perneiras e tornozeleiras de penas; levam na mão pequenos arcos e flechas. Fazem figurações à frente do cortejo e exercem o papel de polícia na captura do Pai Francisco.
Caboclos de penas, ou Caboclos Reais – São personagens privativos do Boi-de-Matraca. O número varia de 5, 10, 15 homens. Cobertos de penas de ema, ostentam grandes coroas de metro e meio de diâmetro. Quando os bois se deslocam nos terreiros, vão à frente, num passo leve e cadenciado.
Mutucas ou torcedoras – Nos bois de antigamente, era vedada a participação de mulheres. Cabia-lhes unicamente o papel de acompanhantes, de contrarregras, coadjuvantes fora de cena.
A Burrinha – Armação de cipós e buriti, no feitio (mais ou menos perfeito)
de um burro, recoberta de pano e pendurada aos ombros do brincante por meio de uns suspensórios.
Os Bichos – Em alguns bois (e o de Guimarães é característico) aparecem bichos feitos de madeira, esculpidos: carneiro, bode, águia, entre outros, conduzidos no alto de uma vara, além de uma boneca gigante – a Caipora, Panducha ou Dona Maria, hoje, por influência da TV, apelidada de Xuxa, Grampoula, etc.
Fonte/ Carlos de Lima, “Universo do bumba-meu-boi” (boletim on-line nº 11 da Comissão Maranhense de Folclore, em agosto de 1998) Wikipedia

Grupos ensaiam para festança

Grupos ensaiam para festança
Leandro Santos
Da equipe de O Estado
Os preparativos para o São João 2011 já estão a todo o vapor. Por todos os cantos da ilha, os grupos de bois e quadrilhas estão trabalhando em ritmo acelerado para não fazer feio durante as apresentações e com certeza o público pode esperar um grande espetáculo.
No Boi de Maracanã, os ensaios do grupo para o São João deste ano visam aperfeiçoar cada vez mais a performance do grupo durante as apresentações, de acordo com Maria José Lima, presidente do Boi de Maracanã. “O próximo ensaio do grupo acontece no dia 28 de junho e depois no dia 4 de julho. Com isso nós encerramos a temporada de ensaios”, disse Maria José Soares. A novidade este ano fica por conta das roupas e indumentárias que serão apresentadas durante todo o período junino. “Esse é o grande diferencial do nosso grupo. Todo ano nós temos uma novidade para apresentar para o público que vem prestigiar o São João”, informou a presidente do grupo.
Ainda no período junino deste ano, provavelmente no dia 23 de junho, o grupo pretende fazer o lançamento de um CD com 26 faixas intitulados “Belas como todas”, onde serão apresentadas todas as composições e toadas que são utilizadas pelo grupo durante as apresentações. “Apesar das dificuldades, nós pretendemos fazer um São João que vai ficar na memória”, concluiu Maria José Lima.
Morros -Em grande velocidade também segue o ritmo dos preparativos do tradicional Boi de Morros, que há 31 anos encanta o público durante o período junino. De acordo com o presidente do Boi, José Carlos Muniz Lobato, o grupo está na fase final de preparação das roupas indumentárias e coreografias que serão utilizadas durante as apresentações nos arraias da cidade.
Para este ano, o grupo pretende se apresentar nos diversos arraiais da cidade com o tema: “O essencial é invisível aos olhos porque só se ver bem com o coração”. “O Boi de Morros sempre se preocupou em passar uma mensagem que fale sobre o amor das pessoas. Por isso, este tema foi escolhido para os festejos juninos”, explicou José Carlos Muniz.
A pré-temporada junina para o Boi de Morros começa logo na próxima sexta-feira, dia 27, com um festival que acontece no Ceprama e, logo após, acontece o já tradicional batizado no dia 12 de Junho, e nos dias seguintes, é aberta oficialmente a temporada junina para o grupo, com apresentações na Praça Maria Aragão e em outros arraiais da cidade.
Danças - O Cacuriá de Dona Teté, um dos mais tradicionais grupos juninos do estado, também está em um ritmo acelerado para os festejos juninos. De acordo com a cantora e uma das integrantes do grupo, Rosa Reis, o grupo está em uma intensa preparação para a temporada junina desde o fim da Semana Santa. O intenso ritmo de ensaios justifica-se pelo fato de que nas apresentações do grupo são exigidas performances corporais de alto nível.
Os grupos de quadrilha da cidade também enfrentando uma pesada rotina de ensaios para o São João 2011. A Quadrilha Formosinha do Sertão, por exemplo, vai levar para os arraiais de São Luís 24 pares de brincantes que vão dançar sob tema “Água que lava a minha alma”. De acordo com Francisco Castro, presidente do grupo, a “Formosinha do Sertão” ensaia todos os finais de semana com o intuito de apresentar a melhor performance possível nos arraiais.
Apesar da falta de incentivo, os grupos de Dança Portuguesa do estado também já trabalham em um ritmo acelerado para o São João 2011. De acordo com Clobernir Araujo, presidente da União Folclórica e Cultural Luso Brasileira do Maranhão, os 70 grupos que atualmente fazem parte da entidade tentam driblar a falta de incentivo realizando festas para arrecadar fundos de custeio das apresentações durante a temporada junina. Apesar desse empecilho, os grupos de também estão ensaiando de forma árdua para as apresentações nos arraiais.


Governadora Roseana Sarney lança indústria de aço no MA


A governadora Roseana Sarney participou ontem, do lançamento da pedra fundamental da Dimensão Indústria de Aços Planos, na BR-135, na Vila Maranhão. O presidente do Grupo Dimensão, Antonio Barbosa de Alencar, descerrou a placa ao lado da governadora, do secretário de Estado de Indústria e Comércio, Mauricio Macedo, e do superintendente estadual do Banco do Nordeste, Francisco José de Moraes Alves.

“Esse empreendimento é uma prova da força da economia do Maranhão. Vivemos um momento único. Somos a terra das oportunidades”, declarou Roseana.

“É um setor competitivo que vai atender as necessidades de outros estados, mas é importante também pela geração de emprego e renda para nosso povo”, completou.

Ao destacar a visão empreendedora do empresário Antonio Barbosa de Alencar, que atua em outras atividades econômicas, a governadora Roseana Sarney afirmou que “em 2012 estaremos aqui novamente para a inauguração de mais uma indústria no Maranhão”.

O empreendimento, orçado em R$ 160 milhões, tem incentivos do Programa Promaranhão, do governo estadual. Parte dos recursos é financiada pelo Banco do Nordeste. A indústria vai produzir derivados de aço: perfis, chapas, tubos e outros, alcançando uma produção total de 240 mil toneladas por ano.

Para o secretário de Indústria e Comércio, Mauricio Macedo, o empreendimento representa a retomada do desenvolvimento industrial local. “O governo fez a sua parte garantindo incentivos fiscais, além disso, o Maranhão ganha com a instalação de uma empresa que vai servir aos estados do Norte e Nordeste na área de construção civil”, ressaltou.

A expectativa é de que serão gerados 300 empregos na fase de implantação. Após a conclusão das obras, prevista para dezembro de 2012, serão gerados mais 250 empregos diretos e 750 indiretos.

Segundo o presidente da Dimensão, Antonio Barbosa, o empreendimento é um grande desafio para o grupo, que possui oito empresas, mas que se sente preparado para ampliar os investimentos. “O apoio do Governo do Estado foi fundamental, assim como o financiamento do Banco do Nordeste, reforça que estamos no caminho certo”, destacou.
O superintendente estadual do Banco do Nordeste, Francisco José de Moraes, observou que o Maranhão captou R$ 25 bilhões em 2010. “O Maranhão se consagra hoje como a quarta força econômica do Nordeste”, ressaltou.

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Azul aumenta a oferta de voos para São Luís

 


Por: Divulgação

 Teresina ganha novo voo para São Luis e outro para BH

A partir de 1º de julho, os teresinenses terão mais uma opção para dar um pulinho na capital do Maranhão. A Empresa Azul vai restabelecer o voo que tinha direto para São Luís, partindo de Teresina.

Segundo apuramos, a rota será Teresina – São Luiz –Fortaleza –Recife -Salvador e Belo Horizonte. O horário da decolagem é 15h18.

No dia 31 de janeiro deste ano a empresa encerrou o voo que possuía para São Luiz com saída às 02h10 de Teresina. O trecho começou a ser explorado pela Azul no dia 01 de setembro de 2010 com passagens a R$ 69.

Teresina – Belo Horizonte - Também no dia 1º de julho começa a operar um voo da mesma empresa, só que agora entre Teresina e Belo Horizonte. A decolagem está prevista para às 14h50. A Azul voa com aeronaves modelo Embraer 195.

Comunidades de Urbano Santos X Suzano Papel e Celulose


Lideranças comunitárias de São Raimundo, município de Urbano Santos (MA) repassaram informação ao blog Territórios Livres do Baixo Parnaíba, denunciando litigio envolvendo a comunidade de Bracinho e a Suzano Papel e Celulose.

A empresa tentou entrar nas áreas de Chapada da comunidade para desmatar as espécies nativas do Cerrado e, para isso, contou com a cumplicidade da Polícia Militar que protagonizou o seu papel de sempre, o de intimidação.

A comunidade do Bracinho montou barreiras e isso impediu o avanço dos tratores. A Suzano quer “ceifar” áreas de São Raimundo e de Bom Princípio. Segundo o líder comunitário Domingos, caso os tratores voltem a ideia é incendiar o maquinário.

Fonte: www.territorioslivresdobaixoparnaiba.blogspot.com

Seria a cura do câncer?


Um médico italiano descobriu algo simples que considera a causa do câncer. Inicialmente banido da comunidade médica italiania, foi aplaudido de pé na Associação Americana contra o Câncer quando apresentou sua terapia. O médico observou que todo paciente de câncer tem aftas. Isso já era sabido da comunidade médica, mas sempre foi tratada como uma infecção oportunista por fungos - Candida albicans.
Esse médico achou muito estranho que todos os tipo de câncer tivessem essa característica, ou seja, vários são os tipos de tumores mas têm em comum o aparecimento das famosas aftas no paciente. Então, pode estar ocorrendo o contrário - pensou ele. A causa do câncer pode ser o fungo. E, para tratar esse fungo, usa-se o medicamento mais simples que a humanidade conhece: bicarbonato de sódio.Assim ele começou a tratar seus pacientes com bicarbonado de sódio, não apenas ingerível, mas metódicamente controlado sobre os tumores. Resultados surpreendentes começaram a acontecer. Tumores de pulmão , próstata e intestino desapareciam como num passe de mágica, junto com as Aftas.

Desta forma, muitíssimos pacientes de câncer foram curados e hoje comprovam com seus exames os resultados altamente positivos do tratamento.

Mas foi notícia nos EUA e nunca chegou por aqui. Bem que o livro de homeopatia recomenda tratar tumores com borax, que é o remédio homeopático para aftas. Afinal, uma boa notícia em meio a tantas ruins.



De novo, a pergunta que não quer calar: por que a grande imprensa não dá a menor cobertura a isso? Nem na TV, nem nas rádios, nem nos grandes jornais..... Absolutamente nada. Quem os proíbe de noticiar? O médico teve que construir um site, para divulgar o seu trabalho de curar o câncer (ou, pelo menos, várias das suas formas), usando apenas solução de bicarbonato de sódio a 20%. Imaginem! Bicarbonato de sódio, coisa que a gente encontra até no boteco da esquina.

Neste endereço, http://www.cancerfungus..com , o médico italiano mostra a evolução do tratamento até a completa cura em 4 casos.
Lá estão os métodos utilizados para aplicação do bicarbonado de sódio sobre os tumores. Quaisquer tumores podem ser curados com esse tratamento simples e barato. Parece brincadeira, né?

Repasse, gente. Milhares estão pela hora da morte por causa dessa doença.


VAI ACABAR A FARRA DOS LUCROS DOS LABORATÓRIOS. ..

- É POR ISTO QUE A NOTÍCIA ESTÁ RESERVADA A PEQUENOS CÍRCULOS ?!?!?!?
 
Em tempo: O blog não recomenda que pacientes com câncer abandonem seus tratamentos, apenas publicou a matéria por achar interressante. Converse com seu médico a respeito.